sexta-feira, 4 de abril de 2008

Leça da Palmeira by night

APDL .o pessoal gosta imenso desta torre.Quase que podia ser o farol de leça.
Passadeira a preto e branco na avenida prinçipal de leça.(escola)
A nossa grande esquadra de políçia.(num contentor)
stella maris.
(para marinheiros)

Hoje vamos ser TRI CAMPEÕES.


Aì está o Grande Dia.
A minha Cidade,vai sair á rua para festejar mais um título de Campeão Nacional.
Não é Portista,quem fique em casa.
Viva O nosso grande Presidente Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa.
(estes rapazes da foto,foram só os primeiros CAMPEÔES de PORTUGAL)

Tiago Monteiro


Força Tiago Monteiro.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

o meu primeiro encontro com o poder


sócretina.
jamais.
guy lima.
bítórina.
tudo na inauguração da VILPL,PEDPL.
biba o "estadão".

sem título

pronto para a guerra PORTO,
resto de lisborgal.

marina de leça da palmeira,
que vai fechar,e vai passar para matosinhos.
fosga-se

BIZJETS e air berlin

um "BIZJET".de quem será este avião?
air berlin na aproximação final para LPPR(Porto)

quarta-feira, 2 de abril de 2008

TRI TRI TRI ou 3 vezes

ESTES SENHORES FORAM OS PRIMEIROS CAMPIÔES DE PORTUGAL.

mais um avião a aterrar no porto

PORTOCANAL


Portocanal o Nosso Canal.

Leça da Palmeira oceano atlantico



  1. A minha terra de agora.
  2. leça o castelinho.
  3. garrafão e pensão.
  4. marginal nova do siza.
  5. geométrica.
  6. petrogal,a poluir.


terça-feira, 1 de abril de 2008

`À atenção do PGR e de Maria josé morgado

Dívida fiscal
Ferreira Leite despachou a favor do Benfica

04.06.2002 - 10h31 João Ramos de Almeida

O Governo negou ter feito um acordo com o Benfica. A ministra das Finanças mostrou-se chocada com as acusações de conluio. Na verdade, Manuela Ferreira Leite despachou como o clube pretendia.

As acções da SAD foram aceites como garantia para impugnação da sua dívida fiscal do Benfica.
Ao contrário do que afirmou aos deputados, a ministra de Estado e das Finanças, Manuela Ferreira Leite, teve uma intervenção directa no "dossier" fiscal do Sport Lisboa e Benfica. A ministra assinou um despacho em que corroborou o parecer da administração tributária sobre a avaliação das acções da sociedade desportiva (SAD) do clube. Dessa forma, interpretou a lei no sentido favorável ao clube, ao aceitar esses títulos como uma garantia idónea para a impugnação da dívida fiscal por parte do Benfica.

O despacho não é oficialmente divulgado porque, segundo fonte do Ministério das Finanças, poderia revelar aspectos da vida fiscal do clube e, por isso, quebraria o sigilo fiscal desse contribuinte. Mas como o PÚBLICO apurou, a ministra assinou o despacho em que deu o seu assentimento à forma como a administração tributária - incluindo o anterior director-geral dos impostos - propôs avaliar as acções da SAD do Benfica à luz das regras do imposto sucessório.

A ministra Manuela Ferreira Leite justifica essa sua decisão por respeito à autonomia da administração tributária sobre esse tipo de matérias. A sua assinatura seria, desse forma, um mero deferimento do pedido da administração. Mas, na verdade, a ministra poderia ter recusado dar o seu assentimento e exigir que a administração bancária exigisse ao clube uma garantia bancária como determina, em primeiro lugar, o Código do Processo e do Procedimento Tributário. Só que não o fez.

Esta despacho vai ainda contra o sentido das palavras do primeiro-ministro no Parlamento em que remeteu, na passada sexta-feira, qualquer responsabilidade para o Governo socialista. O próprio porta-voz do Ministério das Finanças não admitiu, nesse dia, a existência de algum despacho da ministra que viabilizasse a impugnação nos termos solicitados pelo clube. O comunicado divulgado nessa tarde afirma só que "desde que o Governo tomou posse não foi proferido qualquer despacho ministerial autorizando o pagamento, por qualquer contribuinte, de dívidas fiscais com acções".

O Governo negou ter feito algum acordo com o Benfica, mas omitiu que tinha precisamente despachado no sentido defendido pelo próprio clube. Defesa essa, aliás, feita pelo actual secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Vasco Valdez, junto do anterior Governo quando era então advogado representante do clube.

Um caso delicado

A história da impugnação da dívida fiscal do Sport Lisboa e Benfica vem desde o governo socialista e revela a dificuldade que os partidos do poder têm de exigir as regras legais a contribuintes como os clubes de futebol. Revela igualmente a extrema sensibilidade com que os responsáveis governamentais abordam publicamente estes casos.

O caso do Benfica é apenas mais um episódio no rol de situações de permissividade dos representantes do Estado para com os clubes de futebol. Em 1998, o então presidente Vale e Azevedo negociou directamente com o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais o pagamento faseado das duas dívidas fiscais. Entregou nessa altura um cheque de 254 mil contos e garantiu um "empenhamento forte desta direcção em ser um contribuinte como qualquer outro". Mas, no início de 2001, a nova direcção do Benfica, que afastou Vale e Azevedo, autodenunciou uma dívida fiscal gerada entre 1998 e 2000, num valor próximo dos dois milhões de contos.

A autodenúncia incomodou a administração por não ter detectado essa dívida, quando havia precisamente uma comissão de acompanhamento dos clubes no âmbito da secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais, criada em Março de 1998.

Perante esse facto, o director-geral dos impostos veio a terreiro assumir o erro. A comissão de acompanhamento foi substituída, mas os deputados do PS impediram o ministro das Finanças, Joaquim Pina Moura, de ir ao Parlamento falar sobre o assunto. Em plenário, os deputados socialistas ameaçaram os deputados social-democratas de contar o que se passara durante o consulado dos governos do PSD liderados por Cavaco Silva.

A direcção do clube garante que, nos contactos prévios com o director-geral dos impostos, António Nunes dos Reis, este terá assegurado um pagamento da dívida a prestações, quando a lei determina que uma dívida autodenunciada deve ser paga na íntegra. Nunes dos Reis negou, mas admite ter lido um documento apresentado pelo Benfica.

Quando as autoridades se mostraram firmes na versão de um único pagamento, a direcção do Benfica deu uma conferência de imprensa para contestar essa versão dos acontecimentos e mostrou-se disponível para contar o que aconteceu. Mas mais tarde, e apesar da dívida ter sido autodenunciada, o ministro das Finanças aceitou que se procedesse a uma inspecção para quantificar a dívida e que as notificações ao clube fossem feitas à medida que se quantificasse a dívida de cada ano em causa. Ou seja, aceitou, na prática, um pagamento a prestações que a lei contrariava.

Apesar do clube não ter entregue o IRS descontado nos vencimentos dos futebolistas, tal como espelha o relatório da Delloite & Touche, o Ministério das Finanças declarou que não havia razão para um inquérito-crime por abuso de confiança fiscal aos dirigentes do Benfica. Aliás, este foi apenas mais um episódio entre o Ministério Público (MP) e a administração fiscal sobre a obrigatoriedade ou não de comunicação ao MP dos casos de crime detectados. No caso do Benfica, teve de ser o ministro das Finanças, Oliveira Martins, a quase intimar o director-geral a comunicar o caso ao MP.

Quanto às dívidas autodenunciadas, o clube apenas foi notificado para pagar 1998 quase no final de 2001, num valor aproximado de um milhão de contos. E, apesar de ter sido o clube a assumir essa dívida, a mesma direcção contestou-a na parte dos juros. Alegava-se que como tinha sido o clube a denunciar-se que não haveria direito à cobrança de juros. Mas outros dirigentes admitem que se tratou de um expediente para protelar o pagamento.

Foi por volta dessa altura que o Benfica solicitou uma a passagem de certidão da administração fiscal atestando a sua situação de não devedor, com vista à assinatura do contrato relacionado com as obras do estádio. Ora, essa certidão só poderia ser passada se a impugnação da liquidação estivesse conforme a lei.

O problema da garantia

Para realizar essa impugnação, o clube tinha de entregar garantias. O artº 1999 do CPPT afirma que, na impugnação, "caso não se encontre já constituída garantia, com o pedido deverá o executado oferecer garantia idónea, a qual consistirá em garantia bancária, caução, seguro-caução ou qualquer meio susceptível de assegurar os créditos do exequente". Ora, em vez disso, o clube entregou acções da SAD, não cotadas, num total de 20 por cento do capital.

A administração fiscal ficou, assim, com o assunto delicado entre mãos. Em primeiro lugar, as acções são de valor mais do que discutível. Em segundo lugar, a própria lei das sociedade desportivas não abre a possibilidade de o Estado poder deter acções de sociedades desportivas, apenas prevendo os casos das regiões autónomas e de associações de municípios. E isso era o que aconteceria em caso de execução da garantia.

O assunto começou a ser estudado e demorou meses até se chegar a uma conclusão. Como tal, a administração fiscal escusou-se a legitimar a situação e passou uma certidão em que se referia que o Benfica não estava regular do ponto de vista fiscal. Mas apesar disso, o contrato para construção do clube foi assinado, em Janeiro passado, com pompa pelo então ministro do Desporto e Juventude, José Lello.

Mas em Março, o então secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Ricardo Ferreira Fernandes assinou um despacho que flexibilizou as regras de prestação de garantias (ver caixa). Desconhece-se se foi ao abrigo deste despacho que a ministra deu o seu aval, mas o certo é que a administração fiscal descobriu um critério de avaliação das acções da SAD. Com base nas regras do imposto sucessório, avaliou-se os títulos não ao ser valor nominal de cinco euros, mas de três euros por acção.

A proposta da administração fiscal foi deixada pelo anterior Governo para o seguinte. O ex-ministro das Finanças Oliveira Martins afirmou ao jornal "Expresso" que, quando se aperceberam que a situação fiscal do Benfica se tornara tema de campanha eleitoral -depois do jantar de apoio a Durão Barroso em que Vilarinho esteve presente -decidiu nada fazer. O despacho da ministra Manuela Ferreira Leite coloca um ponto final no pedido do Benfica. Aceita as acções da SAD como boas e, com elas, toda a situação fiscal do clube regularizada.
http://ww2.publico.clix.pt/print.aspx?id=148689&idCanal=undefined

Pelo futebol morre o peixe

04.06.2002 - 10h45 José Manuel Fernandes
A história que se conta nestas páginas é pouco edificante - e mostra como o futebol e os grandes clubes continuam a ter um poder que a razão desconhece.

É uma história que mancha tanto este como o anterior governo, um porque começou a negociar uma má solução, outro porque foi divulgando meias-mentiras, ou verdades incompletas, para acabar por viabilizar a má solução que vinha de trás.

No retrato, e porque é este o Governo que temos e o que temos de julgar com mais severidade - o outro já foi julgado a 17 de Março -, a verdade é que a forma tortuosa encontrada por Manuela Ferreira Leite para viabilizar a entrega de acções da SAD do Benfica como garantia de pagamento de uma fracção em disputa de uma dívida legal é fatal. É fatal porque acabou por mostrar o rabo do gato que estava escondido. E é sobretudo fatal porque afecta a sua imagem de rigor draconiano.

O Governo já tinha um "calcanhar de Aquiles" neste processo: a presença no seu seio, como secretário de Estado, de Vasco Valdez, precisamente o homem que negociara com o anterior Governo e com a administração fiscal em nome do Benfica. Agora, e como à mulher de César não basta ser séria, tem de parecer séria, a forma trapalhona e comprometedora como Ferreira Leite geriu o "dossier" desde o debate parlamentar da passada sexta-feira mostrou fragilidades que farão todos os contribuintes interrogar-se sobre se hoje, como no passado, é pelo "futebol que morre peixe", isto é, se quando se chega ao futebol o Estado continua a encolher as garras e a esquecer o rigor.

Se assim for é um triste sinal, até porque foi pelo futebol e em nome do futebol que o primeiro Governo de António Guterres sofreu a sua primeira grande derrota política: o chumbo do "totonegócio".

Independentemente da discussão técnica sobre a validade, ou não, da decisão da administração fiscal agora avalizada pela ministra, o importante é o sinal dado à opinião pública. O sinal de que, no fisco, continua a haver filhos e enteados.

Para este Governo, nesta altura, isto é especialmente grave. Para Guterres o "totonegócio" foi um epifenómeno rapidamente esquecido porque não estava no coração das prioridades governativas. Para Barroso é diferente. Como se pode ver pelas sondagens, os portugueses estão divididos e confusos. Muitos continuam a crer que colocar ordem nas contas públicas é a principal prioridade do Governo - mas a maioria não está a gostar de isso estar a ser feito subindo impostos como o IVA. Pedir sacrifícios a uns e condescender com outros é, neste quadro, politicamente suicida - e é assim que o cidadão comum está a ler o que se passou com o Benfica.

Mais: o tempo em que o clubes eram intocáveis também já lá vai. Haverá sempre energúmenos para se manifestarem se um Governo mandar penhorar um estádio e as suas retretes, mas a maioria aplaudirá. Essa maioria já percebeu que há clubes que vivem muito acima das suas possibilidades e não querem mais que o Estado lhes ponha a mão por baixo.

Havendo rigor, tem de haver rigor para todos. Sem medo. Sem recuos. Até porque, imaginando nós o que por aí vai na construção dos estádios para o 2004, não tarda que pela primeira brecha que se abrir na firmeza governamental se precipite nova enxurrada de "buracos orçamentais".

Ora esta decisão de Pilatos de Manuela Ferreira Leite já abriu essa brecha. E a ministra cometerá um erro fatal se não o reconhecer: os erros do passado e os pecados do anterior Governo não podem servir-lhe de desculpa. Para além de que é feio atirar com a responsabilidade para os seus subordinados da administração fiscal.
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=148693

domingo, 30 de março de 2008

sábado, 29 de março de 2008

3 Imagens bem diferentes

Leça da Palmeira.
Apoio a Jorge Nuno Pinto da Costa(by odragão)
??? modelo pintado.
...........sim.
ela é conheçida.

sexta-feira, 28 de março de 2008

pintura thethe

Pintura "off the record".
matt jonhson.
quando ainda pintava "covers"

FCPORTO

Grande Jorge Nuno Pinto da Costa.
Vamos para cima deles.
Quem não se sente,
não é filho de boa gente.
monteiros,morgados,fiscalistas,botelhos,pinhões,cunhas,searas,traficantes.
AÌ VAMOS NÒS

quinta-feira, 27 de março de 2008

Mix in Mix out

Jessica M Fendi
o tap do costume.CS-TTH
Gisele B

Stela Maris Leça da Palmeira


Imagem nocturna do stela maris,onde muitos marinheiros passam as suas noites.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Jorge Nuno Pinto da Costa


Sr. JNPC
Sou Portuense,
Estou com o Sr.

saldanha morgado monteiro

eu adoro lisborgal
lisborgal ao poder.
biba a mizé.

terça-feira, 25 de março de 2008

segunda-feira, 24 de março de 2008

simone de oliveira rtp

eu sou do benfas desde pequenina.
o benfas era o maior clube do mundo.
quer dizer.
o maior mais grande clube.
mais grande do meu bairro.
benfas
o meu clube ganhou nos anos 60.
é pá.
não somos "mais grandes?"
EHEHEH

casamento em estádio de futebol

notíçia na rtp xic e tbi
casamento no alvaláxia 19 ou 20 ou vinte e um.
fantástico casamentos em estádios.
ó sr "probedor"da rtp.......
grande rtl.........
não
rtp

eu gosto muito do centralismo lisboeta.

ó tios lisboetas,
ide-vos foder.

rui santos sim ou não?

ahahah
treinadores benfas.
zuccaro?não é zucaroni
zucaroles'
zacaroni.
zucarononi?
sabtioganí?
trapatoni?
param.
telefones vermalhos.
o benfas,
está............
simão?
pois gosto muito do benfas........
só ví uma vez o benfas a ser campeão.
lamenável.
ide-vos foder nação benfas.

domingo, 23 de março de 2008

Airplanes around the world





Ryanair


para variar m pouco......
um ...................................
AVIÂO.
a paisagem rural com um aeroporto é fantástica,
não é?
matrícula EI-DLH

á atenção de José Mourinho

O pasquim correio da manhã,
continua á meses no google com esta notíçia.

O Correio da Manhã é o seu jornal diário na Internet. Todas as notícias nacionais e internacionais com rigor e actualidade. Notícias de última hora, ...
www.correiomanha.pt/ - 69k -
a data é a de hoje 23 Março 2008

Mourinho intimida criança de 12 anos?
.............................
será o Mourinho,pedófilo?
intimida?em que?

José,
eles"cm",
não gostam de ti.

sábado, 22 de março de 2008

ARRIVALS IN LPPR







Sábado uns minutos junto á cabeçeira da 35

sexta-feira, 21 de março de 2008

pequeno almoço


st alphonzo.

Café Matinal de Panquecas de Santo Alfonso

Sim certamente, aqui estamos nós!

No Café Matinal de Panquecas de Santo Alfonzo
Onde eu roubei a mar-ga-rina
E patinei nos Cartões de Bingo a caminho da latrina
Eu vi uma vistosa senhorita da paróquia
Fazer sua entrada como uma rainha
Enquanto ela era totalmente chenille
E seu marido era da Marinha
Enquanto ela abusava de um bolinho de lingüiça
E disse “porque não me trata mal?”
(Machuque-me, machuque-me, machuque-me, oooooh!)
No Café Matinal de Panquecas de Santo Alfonzo
(Hah! Bom Deus! Desci do ônibus!)
Onde eu roubei a mar-ga-rina
Santo Alfonzo
Santo Alfonzo
Santo Alfonzo
Santo Alfonzo
Ooo-ooo-WAH…


schipoll amsterdão


ibéria 1
adoro este aeroporto.
so many planes.
o sá,
ainda vai ter tantos aviões como este aeroporto.
787?no minimo em 2009.

petrogal a maior poluente de portugal

continuo sem perçeber como se tem uma bomba de gasolina a norte de uma freguesia de matosinhos.
a petrogal "sucks"

quinta-feira, 20 de março de 2008

O TRIPEIRO

by Pedro Coelho

Um Tripeiro da Constituição abre uma loja na baixa de Lisboa, em pleno Rossio e põe na montra o seguinte reclame: ' LOJA DO TEM TUDO '. Um Alfacinha que passava pela rua, ao lêr o que estava escrito no reclame, resolve entrar na loja, chega-se ao balcão e pede: - Dê-me uma garrafa de vinho do Porto Vintage, de 1930. O Tripeiro procura nas prateleiras, vai ao armazém e traz a garrafa pretendida. No dia seguinte, o Lisboeta resolve voltar à loja para tramar o Portuense. - Bom dia, dê-me 1/2 dúzia de ovos de avestruz. O Tripeiro vai ao armazém e traz-lhe os seis ovos de avestruz. O Lisboeta paga, e sai da loja dizendo para si mesmo: Amanhã é que vou tramar este gajo, palavra de Alfacinha. No dia seguinte lá voltou à loja. - Bom dia amigo, hoje preciso de 1/2 litro de esperma. O Tripeiro pensa com os seus botões, **olha, olha este Morcom** e sem se desmanchar, pergunta-lhe: - O amigo trouxe o Basilhame ou Bai levar no cú...?

quarta-feira, 19 de março de 2008

segunda-feira, 17 de março de 2008

mouros

mouraria ..............tá ................fodid(falata o a)
mouros..............
ide para casa.
mouros.........
futebol?
.......................
perguntem ao PINTO DA COSTA.

rtp sic tbi

todas estas tbes.
rtp xic tbi.
pá pu!34 que os pariu.
lisboa falta pouco para caírem.

VIVA A MINHA CIDADE


PORTO

fernando seara.é só rir

ó sr presidente da camara de sintra e arredores.
boçe é um cromo.
(mas dos melhores).
ahahah.

BIBA O PORTO

Estes rapazes,
foram os primeiros campeões Portugueses.
Biba o PORTO.
já é repetitiva.
Mas somos mesmos GRANDES.
VIVA O FCPORTO.

domingo, 16 de março de 2008

táctica benfiquista

portanto........
digamos.........
se....................
se....................
sim.Não.
vamos lá ver.
.......................
esquerda?
direita?
.......................
á,
somos um clube de bairro.
Sim.
um clube de bairro.

CDUP


o meu "segundo" clube.
alí,ao lado direito o pavilhão.
o meu primeiro clube,
onde joguei basquetebol.
infelizmente,hoje em dia o CDUP vale só pelas suas decadentes instalações.
ok,
vale o rubgy,
e as outras modalidades,que não estou a par.
VIVA O CDUP

sábado, 15 de março de 2008

Porto Passeio Alegre Vista aérea


O nosso PORTO,
numa perspectiva diferente.