sexta-feira, 13 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
o que nao gosto de lisbogal
cova da moura
quinta da marinha
caçem
estoril
bairro alto
barreiro
sintra
buraca
sobral do monte agraço
carcavelos
linda a velha
correio da manha
24 horas
bola
record
fhm
tvi 24
tvi
manuela moura gedes
mário lino
apito oculto(ou seja face oculta)
maria josé lampião morgado e pinto lampião monteiro
secretário da justiça ou seja joão guerra advogado do slbosta
jorge rito e pauko pedroso
tv 7 dias
flash
caras
maria
radio fedorenta
tv fedorenta
mf
telenovelas by tvi
campeões de inverno
armandos varas
to be continued
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Eu sou do Futebol Clube do Porto
O próximo ganhámos.
O campeonato é uma prova de resistênçia.
Ganhámos 1 ponto.
O apoel vai pagar.
encontrei cocaina
enquanto prossegue o julgamento de Carolina Salgado, no tribunal de S. João Novo, no Porto, a sua irmã gémea, Ana, está também a ser julgada, acusada de difamação ao Ministério Público, num processo iniciado pela procuradora geral adjunta Maria José Morgado e pelo ex-inspector da PJ Sérgio Bagulho. Um piso separa as duas irmãs agora desavindas. Ana Salgado manteve perante o colectivo de juízes que a sua irmã recebeu "instruções" da equipa especial do Apito Dourado, coordenada por Morgado, e que até lhe disse que foi treinada para falar em tribunal. "Num dos dias em que o senhor inspector Bagulho foi a casa da minha irmã tive uma discussão com ela pois fui procurar uma camisola e encontrei cocaína, não sabia que a minha irmã se estava a drogar", afirmou Ana. "Maria José Morgado é uma pessoa que admiro mas assisti a telefonemas seus para a minha irmã dizendo que a batalha estava a ser ganha", referiu ainda Ana. "Quando Carolina estava a prestar depoimento sobre o caso do jantar dos árbitros no caso da fruta, estava um jornalista do DN na garagem, o senhor Pedro Rita, a quem a minha irmã telefonou para saber quem estava nesse jantar e o que estavam a comer", detalhou. "Independentemente de tudo, gosto muito da minha irmã mas temos feitios completamente diferentes", salientou, recordando uma conversa que teve com ela a propósito do inspector Sérgio Bagulho. "Ela comentou: mais um que está pelo beiçinho..."..., disse. |
| Autor: EUGÉNIO QUEIRÓS |
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
idas á mouraria












quarta-feira, 21 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Miguel Sousa Tavares in a bolha
Leio sempre com atenção o que Fernando Guerra aqui escreve – e ele escreve bem e pensa bem. Mas, terça-feira passada, creio que ele derrapou e cometeu o erro clássico que, a meu ver, sempre cometem os que, de fora, escrevem sobre Pinto da Costa: ficarem-se pelas aparências, pelos sinais exteriores de qualquer coisa mais funda e que não querem ou não alcançam entender. Eu, que julgo ser insuspeito de alinhar junto dos «que o seguem até de olhos fechados», como escreveu Fernando Guerra, fico sempre admirado por constatar que, após mais de vinte anos de liderança destacada no futebol português, o «fenómeno Pinto da Costa» (porque se trata mesmo de um fenómeno), continue a não ser decifrado por analistas, adversários e rivais.
Confesso que não segui com atenção as tais declarações que o presidente do FC Porto terá feito algures e que levaram Fernando Guerra a classificá-las como «resquício da pequenez que sempre caracterizou a sua política de conflitualidade, avessa à serenidade, à sensatez e à clareza» e decerto motivadas por um «pesadelo vermelho» que esta época estará a perseguir o líder azul. Que eu tenha visto, apenas registei umas declarações, no tom de ironia de que tanto gosta, agradecendo ao Benfica a contratação de Falcao. Se é a isso a que se referia Fernando Guerra, não me parece que justifique tamanho alarido. Basta recordar que o presidente do Benfica, esse sim, gastou os últimos três anos a visitar casas do Benfica pelo país inteiro e em todas elas tinha sempre um discurso de escárnio e ódio contra o FC Porto– com o qual visava desviar as atenções dos sucessivos falhanços desportivos da sua gestão (é, aliás, sintomático que esta época, em que o Benfica desatou enfim a vencer e a jogar futebol, Luis Filipe Vieira se tenha remetido a um silêncio inabitual).
Fernando Guerra diz que «Pinto da Costa não autorizou que o FC Porto crescesse quanto podia, transformando-o de um grande clube de implantação regional num outro de dimensão verdadeiramente nacional». Extraordinária afirmação esta! Que todos os factos, todos os números e toda a realidade desmentem, ano após ano! É verdade que Pinto da Costa sempre viveu amarrado a um discurso de cariz regional e regionalista, que lhe serviu no início para aglutinar todas as gentes portistas e fazer do FC Porto o grande clube do norte do país, símbolo perfeito do desafio do resto do país à hegemonia de Lisboa – no futebol, como no resto. Mas, ou porque tenha mudado de visão quando percebeu a dimensão imensa que o clube foi adquirindo, ou porque a criatura escapou ao criador, o facto é que isso hoje está longe de ser verdade e chamar ao FC Porto um clube regional sem dimensão nacional não cabe na cabeça de ninguém. O FC Porto é, neste momento, tetracampeão de futebol, depois de ter sido pentacampeão há pouco tempo. Conquista regularmente títulos nacionais em todas as modalidades profissionais (um ano houve em que chegou a acumular o título nacional nas cinco modalidades profissionais); foi, nos últimos três anos, o clube com mais assistências no estádio e tem hoje adeptos e seguidores de norte a sul, ilhas e emigração. Se isto não é um clube de dimensão nacional, o que será tal coisa?
Mas, nos últimos vinte anos, o FC Porto fez mais, bem mais do que isso: transformou-se no único clube português de dimensão internacional, duas vezes campeão europeu e campeão do mundo, segundo clube com mais presenças na Champions, fundador do G-14, onde sediavam os maiores da Europa, conhecido no mundo inteiro e com os seus principais jogadores cobiçados todos os anos pelos potentados europeus. Atendendo à dimensão crítica do nosso futebol, o que o FC Porto conseguiu é um verdadeiro «case study»: não conheço nenhuma empresa portuguesa que tenha adquirido uma dimensão além-fronteiras comparavel à do FC Porto. Que outra empresa portuguesa já foi considerada a melhor da Europa ou a melhor do mundo no seu ramo de negócio? Que outra levou o nome de Portugal aos confins do planeta, como o FC Porto o fez e faz?
Não ver isto, insistir em que tudo foi conseguido pela «pequenez» ou «conflitualidade» (ou por batota, como diz o disco rachado dos rivais vencidos) ou é cegueira em adiantado estado ou é má-fé. Não querer perceber que um êxito continuado só acontece a quem é melhor no planeamento, na organização, no profissionalismo e na motivação, a quem tem como filosofia de vida um grau de exigência e de competitividade acima dos demais, é uma caracteristica bem portuguesa. O sucesso que se destaca é sempre muito mal visto pelo comum dos portugueses e a reacção habitual não é a de tentar perceber as razões do sucesso e imitá-las, mas sim tentar destruí-lo, insinuando razões obscuras para o triunfo. Desde Alfarrobeira que essa é a nossa história. E a razão do nosso atraso sem remédio.
Muito na linha dos adversários portistas, Fernando Guerra acha que tudo foi obra de um homem só e profetiza tranquilamente que tudo se há-de desmoronar, no dia em que Pinto da Costa passar à reforma. Pois, quem viver, verá. Mas se espera, como escreveu, que o resultado das últimas autárquicas (ou das anteriores) na cidade do Porto já é um prenúncio seguro do fim iminente de Pinto da Costa e da hegemonia nacional dos portistas no futebol, o melhor é esperar sentado, porque de novo não percebeu. Não deixa, aliás, de ser eloquente que, enquanto que os cidadãos do Porto distinguem bem o voto muncipal do voto clubistico, sejam os analistas a proceder entusiasticamente a essa confusão. Segundo eles, se Rui Rio, inimigo confesso do FC Porto, ganha as eleições no Porto, é porque o clube está a perder adeptos na sua própria cidade. Do mesmo modo que quando os sportinguistas Jorge Sampaio e Pedro Santana Lopes ganharam a Câmara de Lisboa, isso só podia significar que o Benfica estava a perder adeptos na capital…É certo que eles não hostilizaram o Benfica, como Rui Rio, numa atitude de arrogância gratuita e ridícula, resolveu fazer com o FC Porto. E se também é certo que Rui Rio tem vencido as eleições apesar da sua hostilidade declarada ao maior clube e maior símbolo da cidade, também o F.C.Porto tem vivido muito bem com essa hostilidade: tem ganho títulos nacionais e internacionais e a única consequência é que agora não os festeja frente aos Paços do Concelho, conforme era tradição.
Enfim, para acabar e em abono da verdade histórica, é preciso dizer que não é verdade que o clube (isto é, Pinto da Costa), ao vencer a Liga dos Campeões, «em lugar de festejar com a exuberância justificada… tenha optado por destapar desavenças internas com o objectivo de desvalorizar o trabalho do treinador, José Mourinho, o qual, no regresso da Alemanha, abandonou o aeroporto pela porta do lado, por forma a evitar encontros indesejáveis com a facção mais descontrolada da obediente claque». Não é verdade, simplesmente. Eu estava lá e vi- no estádio, no avião, no aeroporto. Não havia ninguém, do presidente ao mais simples adepto, que quisesse desvalorizar o trabalho de Mourinho e que não quisesse a sua continuação: foi ele que, legitimamente aliás, quis voar outros voos. E foi ele quem optou por não festejar exuberantemente o título europeu – nem no estádio, nem no avião, nem depois, no Dragão. Conforme é mais do que sabido, Mourinho teve um problema de natureza pessoal com parte da claque portista e foi por isso que escolheu sair por uma porta lateral e desaparecer dos festejos. Não discuto se tinha ou não razão para proceder assim: limito-te a corrigir a versão de Fernando Guerra porque ela não é verdadeira e não serve de exemplo à sua tese.
Mais nada.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
o que não gosto em portugal (cont)
rio de mouro
jornalistas de lisboa e arredores
o milhafre vitória
as amoreiras do tomás taveira
os estádios do mesmo
tvi24
carla vanessa de jardim e perestrelo de sousa e caneças do lavradio e tambem silva
terreiro do paço
(os ministérios)
leonor do joão pinhão e botelho
ótário ribeiro(sim o correio da manha)
camilo lourenço quando opina futebol
o castelo dos mouros
mouraria
governo
fundação berardo(e tú não pagaste?)
joe berardo
já agora joão marcelino
tvi(outra vez)
hip hop mouro
camelos ou seja o jámé
bicas e imperiais
papo seco
pero
cintura industrial de lisboa
to be continued
terça-feira, 13 de outubro de 2009
o que não gosto em portugal
sócrates
centralismo
estado de lisboa
cavaco
edp
tap
casino de lisboa
costa
segunda circular
tvi
correio do mãnha
mota engil
isaltino
diário de notíçias
rui santos
tríade de macau
a bola
tv guia
pinto monteiro
pedófilos
traficantes de pneus
chelas
moda lisboa
marcelinos manhas goberns guerras pinhões e afins
apeadeiro do oriente
minis e couratos
fado
quinta da marinha
caras e luxs
gatos fedorentos
filhos do amaral e dos outros
futsal e modalidades afins
assembleia da républica sem os deputados
empresas públicas
cp e refer
lisnaves sorefames e afins
amanhã continúo.
Frank Zappa-Black Napkins
acabou o tempo de reflexão.
é preciso ir ás armas.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
em reflexão









Eu voto Elisa porque sim
mas vou votar Elisa,
porque sim.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
A16 e a máfia do governo
sintra cascais
nova ponte sobre o tejo
TTT
mouros ide mamár.
POOOOOOORTO
Dolorosa derrota para el Atlético, que perdió en Oporto la ocasión de tomarse la revancha de la eliminación de la pasada temporada y una oportunidad de oro para meterse de lleno en la lucha por los octavos tras el fiasco ante el Apoel. Ahora la situación del equipo de Abel es más que comprometida: cierra el grupo D y todavía tiene por delante dos partidos ante el Chelsea. Falcao y Rolando castigaron a un equipo débil de espíritu y sin confianza que no encontró fórmulas para parar a Hulk, una tortura por la banda derecha.
os mais grandes de lisboa,
não jogaram?
azar do carvalho.
Gripe das aguías
O que é o novo vírus da Gripe das Águias (SLB1)?
- É um vírus altamente contagioso que ataca sobretudo a população benfiquista, principal grupo de risco. As vítimas têm normalmente a memória muito curta e uma assustadora incapacidade de distinguir a ficção escrita nos desportivos da realidade.
Quais os sintomas da doença?
- O SLB1 causa nos infectados picos de febre altíssima, levando-os ao delírio e a acreditar piamente que o Benfica será campeão, que ganhará a Champions (mesmo sem participar há uns bons aninhos) e o Torneio de Chinquilho de Atouguia da Baleia. Outros sintomas: os infectados voltam subitamente a falar de futebol, compram em massa produtos oficiais do SLB, retomam o envio de sms's jocosos aos rivais e juram a pés juntos que o Luisão é um bom central.
Como se infectam as pessoas com o novo vírus da Gripe das Águias (SLB1)?
- Ouvindo mais que dois minutos sócios e simpatizantes do SLB, lendo jornais desportivos (um simples olhar para a capa pode ser fatal), sintonizando a SIC, TVI ou SportTV. Ser assinante da Benfica TV é assinar (lá está...) a sua própria certidão de óbito. Ler as crónicas do João Gobern pode ser fatal.
Estes são comportamentos de risco que devem ser evitados a todo o custo.
Qual é o período de incubação da doença?
- O período de incubação da Gripe das Águias, ou seja, o tempo que decorre entre o momento em que uma pessoa é infectada e o aparecimento dos primeiros sintomas, é equivalente ao tempo que o Carlos Martins demora a lesionar-se num jogo. 5 a 9 minutos, portanto.
Quanto tempo dura a infecção pelo SLB1?
- Estudos realizados em temporadas recentes demonstram que este vírus começa a manifestar-se em meados de Junho. A sintomatologia dura geralmente até a 6ª jornada. 10ª na pior das hipóteses. Nessa altura dá lugar à Depressão das Águias, tema que abordaremos numa próxima oportunidade.
A doença pode ser tratada?
- Sim, pode. Geralmente uma derrota em casa com um Olhanense ou Metallist (?) ou uma cabazada fora com um Olympiakos são remédio santo.
O que devo fazer entretanto?
- Evite o contacto próximo com pessoas doentes, mantenha-se afastado de qualquer jornal desportivo, mantenha a calma e aguarde tranquilamente pelo mês de Novembro, altura em que se prevê que o vírus esteja extinto.
LOL
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
ultima hora.sócrates vota costa em lisboa 11.50pm
num é que o sócrates passa a palabra au candidáto lisbonário costa?
estas ileissões num sóm nacionais?
o sócrates só bota em lisvoa?
tou baralhado.
LOL
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Grande Jorge Fíel
Quando li um comentador de peso a comparar o duelo Sócrates/Ferreira Leite a um Benfica-Sporting, pensei logo: olha mais um que parou no tempo da Outra Senhora, em que os dois clubes de Lisboa alternavam os títulos à razão de três para os da Luz, um para os de Alvalade.
Mas depois do debate, dei por mim a pensar que a comparação afinal não era tão esfarrapada, e que o seu autor acertara, se calhar da mesma maneira involuntária que o relógio parado dá a hora certa duas vezes por dia. As palavras Porto, Norte e Regionalização não foram pronunciadas na única vez em que os dois candidatos a primeiro ministro estiveram frente a frente na televisão a disputarem os votos dos indecisos.
A bondade do TGV para Madrid foi esmiuçada, mas não se ouviu um pio sequer a propósito da linha Lisboa-Porto-Vigo, apesar dos estudos da firma britânica Steer Davies Gleave garantirem que ela não é só é viável mas também geradora de um benefício líquido superior a cinco mil milhões de euros. Na troca de argumentos desencadeada pela retórica retro anti-espanhola de Ferreira Leite, a única referência à linha para o Porto saiu da boca do ministro espanhol.
No Norte, o céu está mais carregado de nuvens do que no resto do país. Vivem aqui um milhão de pobres. Mais 300 mil que há três anos. A segunda região que mais contribui para a riqueza do país é mais pobre de Portugal – e uma das 30 mais pobres da Europa, ao lado de regiões romenas e búlgaras.
Apesar disso, nenhum dos candidatos achou que valia a pena desperdiçar o precioso tempo de antena do seu Benfica-Sporting televisivo a explicar como planeia combater a bolsa nortenha de pobreza e redistribuir de forma solidária a riqueza por todo o país.
Como portista e nortenho, olho para todos os Benfica-Sporting sem paixão, mas com interesses – prefiro sempre que perca o que ameaça mais perto a liderança do FC-Porto.
No Benfica-Sporting que se vai jogar no domingo é do interesse do Norte que perca quem se pronunciou contra a Regionalização e o TGV – e acha que “é preciso parar tudo porque não há dinheiro”, mas não incluiu nesse tudo o investimento de 2,5 mil milhões de euros na expansão do Metro de Lisboa nem a ruinosa compra de submarinos que nos fazem tanta falta como uma dor de dentes.
No Benfica-Sporting de domingo, o mal menor é que perca quem tem a mentalidade do espanhol dono de um cavalo que morreu após 15 dias de jejum forçado e se lamentou: “logo agora que ele se tinha habituado a viver sem comer é que morreu”. Domingo, é preciso evitar que ganhe a velha política do “pobretes mas alegretes”, que tem tanta possibilidade de ter sucesso como uma bailarina com uma perna de pau.
"pobretes mas alegretes"
Ainda estou a reflectir em quem não vou votar.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
sílvio cervan ou é sílbiu cerban?
é um parolo do porto que é benfas.
ele á coisas funktásticas não á?
sílvio cervan(ou será cerbantes?)
LOL
































