segunda-feira, 27 de setembro de 2010

da Lavandaria do Jorge Fiel.(cuidado puritanos)

PEQUENO LÉXICO DE VERNÁCULO

Broche

Substantivo masculino (do francês broche)

1. Peça de adorno pessoal, provido de um alfinete e um fecho que se usa pregado em peças de vestuário para prendê-las ou apenas como ornamento. = Alfinete, Pregadeira. A capa estava presa por um broche de diamantes

2. Mola ou colchete que serve para apertar peças do vestuário feminino.

3. Colchete que se prega nos livros ou pastas para os fechar = Brocha. «Havia oferecido ao convento um missal novo, obra ultimamente impressa, encadernado a couro, pregueado com broches de prata, assim como de prata eram suas cantoneiras (F.Campos, Casa do Pó, p. 22)

4. Gross. Prática sexual que consiste na sucção do pénis.

Cabrão, ona

Substantivo (De cabro, de cabra+ suf. ão)

1. Calão popular. Pessoa de má índole, mal formada, que age de forma reprovável ou considerada como tal. «Sabes como é, ninguém em tira da cabeça que estes cabrões da tropa se fizeram todos com os russos» (A Lobo Antunes, Fado Alexandrino, p.312).

2. Interjeição Calão. Exclamação que exprime um insulto, uma ofensa. «Escarro tem ainda o vergalho na mão, passado ao pulso pelo fiador, já lhe passou a fúria de bater assim, mas dá um berro, Cabrão, e cospe na cara do homem derrubado na cadeira como um casaco que foi despido e está vazio» (Saramago, Levantado do Chão, p. 174).

Carago

Interjeição (do castelhano Carajo) popular. Exclamação que exprime impaciência, indignação, espanto ou é usada como forma de incitamento. Aquele indivíduo faz mesmo perder a paciência, carago!

Carago

Substantivo masculino (do latim caraculum, pequeno pau). Zoológico. Nome vulgar de um peixe seláquio da família dos lamnídeos, de grandes proporções, que aparece nas costas marítimas portuguesas e é també conhecido por peixe frade.

Caralho

Substantivo masculino (do latim caraculum, pequeno pau)

1. Grosseiro. Órgão genital masculino = pénis.

2. Gros. Homem malandro, patife

3. Gros. O que traz ou provoca aborrecimento, transtorno..

4. Interjeição grosseira. Exclamação que exprime irritação, impaciência, indignação, espanto…

Pra caralho locução adversativa brasileira grosseira

1. Muito; muito intensamente.

2. Em grande quantidade.

Vai (vá, vão) pró caralho! Grosseiro, frase exclamativa que exprime forte irritação, desprezo

Cona

Substantivo feminino (do latim cunnus). Grosseiro. Órgão genital feminino; vagina.

Cornudo, a

Adjectivo (do latim cornutus)

1. Que tem chifres ou cornos; que tem cornos grandes, imponentes. «Por aqueles sítios, além das lendas sobre a existência dos embuçados, das feiticeiras e do homenzinho cornudo a que se dera o nome de Diabo, José-Maria conquistara o corpo e a natureza de Maria –Água» (J. de Melo, Gente Feliz, p. 449)

2. Popular. Que foi enganado, traído pelo cônjuge ou pela pessoa com quem mantém uma relação íntima, a qual se envolveu amorosamente com outra pessoa ou cometeu adultério = Corno.

3. Que é difícil de resolver; que tem duas pontas, dois bicos = bicudo.

Enrabar

Verbo ( e en+rabo+suf. ar)

1. Perseguir de perto um animal.

2. Seguir de perto e com demasiada insistência = Perseguir.

3. Tauromáquico. Segurar uma animal, pelo rabo.

4. Prender o animal pelo cabresto, à cauda de outro, para seguirem na mesma direcção.

5. Prender um veículo à parte traseira de outro.

6. Amarrar com atilho especial à parte mais grossa da cauda do boi para ser arrastado.

7. Pôr o rabo de cana a um foguete.

8. Gros. Praticar sexo anal.

9. Bras. Enganar, ludibriar.

Filho da puta

substantivo (do latim filius)

1. Gros. Pessoa desprezível, ordinária.

2. Gros. Insulto utilizado para maldizer alguma coisa ou alguém.

Foder

Verbo (do latim futuere)

1. Gros. Ter relações sexuais = copular, fornicar (popular)

2. Deixar ou ficar muito prejudicado, destruído, em mau estado ou em condições desfavoráveis,

Foda-se! Gros. Expressão que indica espanto ou desagrado.

Que se foda! Gros. Expressão que indica desinteresse, desprezo.

Paneleiro

Substantivo (de panela + suf. eiro)

1. Region. (Beiras) Pessoa que fabrica panelas de barro.

2. Gross. Homossexual masculino; homem efiminado.

3. Gross. Expressão insultuosa.

Picha

Substantivo feminino (de pica)

1. Zool. Designação vulgar atribuída a um camarão pequeno

2. Cal. Pénis.

3. Region. Galheta

Puta

Substantivo feminino (de puto)

1. Gross. Mulher que se dedica à prostituição, a ter relações sexuais mediante remuneração = Meretriz, Prostituta.

2. Mulher sem moralidade, mulher devassa ou com comportamento reprovável.

3. Mulher que se detesta ou se maldiz pelo seu carácter, pelas suas atitudes, pelas suas maneira…

4. Expressão insultuosa. Filho da puta, Ir para a puta que o/a/te…pariu. Gross. Expressão utilizada quando sequer mandar embora alguém em termos insultuosos. Mandar alguém para a puta que o/a/te …pariu, Gross. Afastar alguém que se detesta ou com quem se está extremamente aborrecido.

Rabeta

Adjectivo feminino (De rabo + suf. eta)

1. Zool. Ave passeriforme da família dos turdideos, também conhecida por rabirruiva e rabo-queimado.

2. Zool. Ave passeriforme da família dos motacilídeos, de cauda comprida, também conhecida por alvéola e rabodarvela.

3. Gir. Charuto de má qualidade

4. Region. Rapariga astuta, espevitada, perspicaz.


música: Oui, non, encore?, dos Louise Attaque


publicado por Jorge Fiel às 00:05

domingo, 26 de setembro de 2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

CALLEJEROS VIAJEROS OPORTO PARTE 2



Parte 2 da visão castelhana do nosso PORTO

domingo, 19 de setembro de 2010

o condomínio lisboeta

João Boavida|



Ainda a propósito de Lisboa como um condomínio fechado, temos que reconhecer que tem, hoje, excelentes condições para isso. Sobretudo económicas. É, de longe, a primeira cidade do país em poder de compra. Depois, é a única zona do País com um PIB acima da média europeia (104%), enquanto o resto de Portugal se fica pelos 72% (este desequilíbrio devia obrigar a políticas fortes, se, claro, a mentalidade do condomínio fechado não dominasse).

É ainda o lugar onde reside toda a classe política significativa, quer a competente quer a incompetente. É certo que há na Província muitos putativos políticos, mas, enquanto por aqui andam, pouco contam, e quando lá chegam dão força a Lisboa na proporção em que a retiram daqui.

Acresce que não querendo parecer políticos de Província procuram apagar a sua origem esquecendo os seus eleitores. Uma coisa é certa: Lisboa (ou o melhor dela) vive na abastança em relação ao País, o que aumenta a gula de uns e o espírito superior e suspeitoso dos outros – ingredientes indispensáveis para um condomínio fechado.

Que não é de agora, já vem detrás, que se pensou até que a democracia podia inverter, mas que não conseguiu, ou não quis. Com efeito, para o actual condomínio lisboeta todo o País tem dado o seu contributo, esvaziando os bolsos. Lembram-se do J. Pimenta e da Torralta dos anos 60/70 e o que significou em capital não investido nas próprias terras?

E quanto a Serviços, para a Província, descentralização, nada, Lisboa não deixa. Já repararam na cintura de protecção que Lisboa fez em relação às suas universidades, não tendo deixado criar universidades públicas nas cidades mais próximas? Não houve esse cuidado para com o Porto ou Coimbra.

Daqui deriva, como não pode deixar de ser, uma problemática sociológica. E uma psicológica, que resulta daquela. E uma geográfica, consequência de um certo desconhecimento do País, que é muito “bem”. As vantagens psicológicas da capital são subtis e percebem-se sobretudo nas conversas, no tom algo displicente do lisboeta, num gosto de falar desembaraçado e explicado e que termina muitas vezes por «pe(r)cebe?».

A razão geográfica é determinante. Para cima é o Norte, com vocação para caceteiro, ou parolo, ou as duas coisas. Para Sul é o Alentejo das barrigas açordeiras e o Algarve, enquanto e só imensa orla de areia. E mesmo o facto de o Alentejo se ter transformado em moda, o lisboeta, ao apreciar-lhe os vinhos e ao comprar-lhe montes e herdades, encontrou a fórmula de aumentar o estatuto, reforçando, portanto, a capitalidade económica, social e política. Ou seja, factores sociológicos de peso.

A presunção da capital não seria grave (noutros países se sofre do mesmo) se não acrescentasse desequilíbrio entre Lisboa e o País. Que não é só económico, mas também social e psicológico. E isto ainda seria suportável se não fosse o irrespirável processo de noticiar Lisboa, promover Lisboa, encherem-nos com tudo o que Lisboa faz, mesmo que não interesse a ninguém, a não ser aos condóminos, claro. Aspecto irritante, sobretudo quando se faz melhor na “Província”; coisa que o lisboeta não consegue entender, até porque a comunicação social, vítima da mesma mentalidade, e como se todos os outros factores não bastassem, lhe acrescenta todos os dias o ego e o autismo.

Mas não adianta lamentar. Não tem emenda. Seriam necessários políticos de grande envergadura e coragem e uma comunicação social inteligente e com visão nacional. São as cidades da “Província” que têm que puxar pela vida, e unirem-se, em vez de entrarem em competições mortíferas. E sobretudo criarem redes e mecanismos interactivos de produção intelectual, económica, científica e cultural. E de valorização e difusão das suas realizações. Produzir a todos os níveis para criar autonomia. Produzir, usufruir, divulgar.

O que cá se faz é muito e é disso que temos que ter consciência. Para que possamos fazer muito mais e muito melhor. Quanto mais e melhor fizermos, mais condições temos para fazer. Mais e melhor. E para que cada vez tenhamos menos a ideia de que tudo se passa em Lisboa. Devemos ter a exacta medida das coisas, mas isto tem dois sentidos.

Não devemos cair na tentação de achar que o que cá se faz é sempre o melhor, vício em que cai o provinciano, nem considerar que, se é de cá, não pode ser grande coisa, vício em que o pedante costuma cair.

Um, encorreado e granítico, diz sempre que a sua terra e o que nela há é o melhor, ficando cego a todas as evidências; o outro, derretido como a manteiga para tudo o que lhe cheira a civilização, põe defeitos em tudo o que se faz na sua terra.

|as beiras|


joão boavida

CALLEJEROS VIAJEROS OPORTO PARTE 1

terça-feira, 14 de setembro de 2010

e o entrevistado é......Carlos Daniel.

Estou atónito.
O director de informação da rtpn,
é o jornalista a comentar o jogo do benfica.
ele á coisas fantásticas,não á?

Muito Bom

A CHANTAGEM:

Diz-se que o clube quer dar “um grande murro na mesa” (suponho que irá utilizar o David Luiz para o efeito...) por causa das três derrotas que já soma em apenas quatro jogos (não estou a contar aqui com a derrota na Supertaça, frente ao FCP, com uma arbitragem que não mereceu críticas dos vermelhos). Para a semana, espera-se, serão certamente dadas cabeçadas na parede.

Mais engraçado é que, perante as sucessivas derrotas, os dirigentes vermelhos mais não fazem do que chantagear (árbitros? Federação? Liga?, sei lá eu...), ameaçando não participar na Taça da Liga (que chantagem mais burra...) ou ameaçando não levar os adeptos a jogos fora da Luz (não, realmente esta chantagem é ainda mais burra – da última vez que os adeptos ficaram em casa (2008/2009), o clube levou dois secos no Dragão).

Uma vez mais, os dirigentes benfiquistas enterram a cabeça na areia e soltam areia para os olhos dos seus adeptos, tentando, como sempre, resolver os seus problemas fora das quatro linhas. Mais valia porem os olhos no recente jogo dos dois candidatos ao título para perceberem a verdadeira razão dos seus desaires: foi um jogo de categoria superior, com um estádio cheio, com golos, com indefinição até ao fim, com garra, com dois treinadores que se respeitam, sem questiúnculas, sem zaragateiros fardados nos túneis. Isso é que é futebol. Mas o dirigente benfiquista, como "medidas drásticas", prefere lançar atoardas, ameaças e fazer chantagem do que enfrentar e resolver o problema. E os adeptos engolem, animados e enganados.

Segundo percebi do amontoado de palavras que proferiu, Luis Filipe Vieira pede para não brincarem com o Benfica e não quer que se estejam a rir do Benfica. Mas como pode o ser humano não sofrer barrigadas de riso quando é ele próprio quem brinca com o Benfica e com os benfiquistas?


posted by VLX
(no Mar Salgado)

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Nazaré

e chora o Nazareno.
e chora a benfas TV
e chora o ministro da desaministração interna.
e chora o bieira o costa e o jazus.
e chora o mais mais grande clube da 2 circular.
e chora o sócrates.
e chora o seara.
e chora o/a tbi.e a sic e a rtp.
e chora o courato.
e chora o mine.
e chora o parolo.
e chora o cretino.

tanto choro.

Adenda.

OPORTO 5
Estoril 2

Golf.

Naõ é que OPORTO ganhou por causa do àrbitro?
Buracos?
estão a ver?
Tacadas?
Pois.

A culpa foi do apito.

JÒDER HOMBRES

domingo, 12 de setembro de 2010

na Marca

El Oporto se consolida en el liderato de la Liga portuguesa, con 12 puntos, al vencer al Braga (3-2) en un emocionante encuentro entre los dos equipos más fuertes del inicio de la temporada.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

lol

LOL
adenda
do público.

Ai jesus, ai jesus, que já estou a 9 pontos. O apuramento para a liga europa este ano vai ser dificil. O flash interview o david luiz diz que o arbitro roubou 35 penaltys e 53 foras de jogo, isto foi um roubo, ena pá, isto nao se faz.Coitados. está o jorge jesus a dizer que tambem foi roubado mas que foram 53 penaltys e 35 foras de jogo. Ena pá isso nao se faz.

LOL

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

JNPC frases ditas

Como sempre um discurso Portuense Portista e Nortenho

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

o realizador benfiquista

Consta que há aí um realizador de cinema que acha que o Porto joga melhor sem Hulk. Antes de o atento leitor se permitir sequer a ponderar na bondade de um sistema táctico organizado para um colectivo solidário em detrimento de Hulk, um criativo indisciplinado cuja noção de passe é passar por adversários, cabe lembrar que o dito realizador considera Jorge Jesus melhor treinador do que José Mourinho.
O que se passa não é tanto a incapacidade do dito realizador para emitir juízos sobre o futebol – ou sobre tudo o que se passe num raio de 5 quilómetros de um estádio de futebol -, a coisa é mais apetecível: sempre que o dito realizador se põe a dar palpites a realidade decide escarnecê-lo. Se quisermos ser místicos isto já chegou a um ponto em que é lícito supor que o dito realizador mexa com a realidade a partir do momento em que esta – a realidade – definiu como divertimento supremo gozar com os bitaites do dito realizador. Senão vejamos: o dito realizador diz que Jesus é melhor que Mourinho e pouco tempo depois Mourinho volta a ganhar uma Champions (já agora Mourinho ganhou uma Taça Uefa na sua primeira época completa num grande, Jorge Jesus conseguiu desbaratar a Liga Europa com o Liverpool mais risível da última década).

Continua. Na passada semana o dito realizador fez uma sentida elegia ao futebol do Matías Fernández, poucos dias depois, no jogo contra o Brondby, o chileno viria protagonizar uma das jogadas mais patéticas já acontecidas desde que os hominídeos assumiram a posição bípede: 4 jogadores do Sporting caminham para a baliza do Brondby só com um defesa nas redondezas, Matias conduz a bola. Suspense. O que faz o bom do Matias com 3 colegas ao lado? Aposta na sua extrema velocidade (pausa para gargalhada) e oferece um espectáculo na primeira fila os 3 colegas; uns privilegiados que tiveram oportunidade de assistir atónitos ao desamparo de Matias perante o defesa dinamarquês que tranquilamente lhe roubou a bola depois de lhe ter ganho 3 metros em duas passadas. No mesmo programa o dito realizador chamou a atenção para o modo como o Porto vinha passando bem sem Hulk. Acto contínuo: Hulk regressa e faz 5 golos em 2 jogos. (…)

Títulos da imprensa

como vai ser hoje?
PEDÓFILIA OU FUTEBOL?
9E 30 DEPOIS DE 6 ANOS
Não tenho dúvidas que isto aconteceu.
aibeu.
fantasia de adolescentes.
delírio dos portugueses.
rapazes que disseram coisa que não eram verdade.
joão aibeu.
164 crimes.
como vai ser?
5 anos?
manchete no correio da mãnha........

é pá tantos gajos para isto?

podiam fazer o julgamento em beja ou em bragança.
era mais barato.
(gasolina e comes)


quinta-feira, 2 de setembro de 2010

futebol ou casa pia?

bámos lá bêre.
u qe é máis impurtante?
u futebóle ou a casa dita pia?
oje bai sêre de ríre.
Agora bou ali dáre úma mija e alíbiar istu de uma bez pur todas.

Gostei de sua atitude, embora não apreciasse sua falta de bom senso.

I

Nos últimos cinco anos, os portistas são aqueles que mais dinheiro fizeram com vendas de jogadores: 249,1 milhões, o dobro do Benfica

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Lisboa Lisboa e Lisboa

O Governo negociou com Bruxelas a possibilidade de investir fundos do Norte, Centro e Alentejo na modernização da máquina do Estado lisboeta, mas a autorização está a ser levada ao extremo: a larga maioria do dinheiro não sai da capital. O resto do país pouco recebe.

domingo, 29 de agosto de 2010

VENCE A DOMICILIO AL RÍO AVE Y SUMA 9 PUNTOS EN TRES PARTIDOS El Oporto afianza su liderato

VENCE A DOMICILIO AL RÍO AVE Y SUMA 9 PUNTOS EN TRES PARTIDOS

El Oporto afianza su liderato

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

desenho no Porto anos 80

foto do "Pop-Cross" na Pasteleira
desenho ali perto do Passeio das Virtudes.

Adenda

Raúl Meireles no Liverpool por 13 milhões

O jogador do FC Porto, Raúl Meireles foi, esta sexta-feira, vendido ao Liverpool.

Depois de muitos rumores que anteciparam a saída do internacional português, os “dragões” cederam à oferta inglesa e encaixará com a transferência 13 milhões de euros.



Ford Capri

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Blondie pintura

Esta foi pintada com tintas dos carrinhos.Humbrol.

Desenho de Vespa 1983

Desenho de mil nove qualquer coisa.

Porto

QUERO EXALTAR O MINUTO 88, EM QUE A CLAQUE DE QUEM TODOS SEMPRE FALAM MAL, A CLAQUE DO PORTO, CANTOU O NOME DO SPORTING DE BRAGA, É BONITO DE SE VER.

50 kitada lol

Mais uma do tempo das motos malucas.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Motos desenhadas

Dos anos 80,
quando gostava de desenhar motos .
edding draw.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Braga

Biba o Braga.
(os castelhanos andaluzos já eram)

domingo, 22 de agosto de 2010

Mentira do "Publico"

Liga ZON Sagres
Pos. Equipa J V E D GM GS P
1 Nacional 2 2 0 0 3 1 6
2 Académica 2 1 1 0 3 2 4
3 Braga 2 1 1 0 3 1 4
4 V. Setúbal 2 1 1 0 1 0 4
5 FC Porto 1 1 0 0 1 0 3
6 P. Ferreira 1 1 0 0 1 0 3
7 Olhanense 2 0 2 0 1 1 2
8 Beira-Mar 1 0 1 0 0 0 1
9 Leiria 1 0 1 0 0 0 1
10 V. Guimarães 1 0 1 0 0 0 1
11 Marítimo 1 0 0 1 0 1 0
12 Naval 1 0 0 1 0 1 0
13 Portimonense 1 0 0 1 1 3 0
14 Rio Ave 1 0 0 1 0 1 0
15 SL Benfica 2 0 0 2 2 4 0
16 Sporting 1 0 0 1 0 1 0

sábado, 21 de agosto de 2010

Pinto da Costa O Melhor Discurso de Sempre

Anjo, não sei se sou ou não, mas anjinho não sou de certeza

terça-feira, 17 de agosto de 2010

sagres em macau

ai que chatice.
o nosso sagres não chegou a Macau.
é pá que chatice que os chineses não deixaram.
será que o lisboa se esqueceu de telefonar aos rapazes?
e o barco estava cheio de quê?
de civis?
só se forem civis da santa casa da misericórdia de lisboa.
é pá,
os chineses acharam que aquele barco estava cheio de militares.
ou não?
ai que chatice.

domingo, 15 de agosto de 2010

Lindo o meu Porto

A Minha Terra,
é a minha Pátria.
Biba o Porto

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Mehari triplo e a preto e branco

Citroen Mehari algures no Douro em 85

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

de um blog pós lados de lisboa.

Comentadores Benfica TV

Até a mim me irritam...

Porra...

Não conseguem ver NADA para além de Vermelho em lances divididos ou duvidosos.

O Airton ia arrancando a perna ao Lennon e ficam com pena dele que fez fita e agarrou-se à cara depois do lance.

Pinto da Costa O Melhor Discurso de Sempre

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

OPORTO

Porto ali para os lados da Ribeira

das férias


algures perto do aeroporto

quinta-feira, 29 de julho de 2010

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Bom Portuga

é que se priocupao

terça-feira, 13 de julho de 2010

quarta-feira, 30 de junho de 2010

BIBA O PORTO

segunda-feira, 28 de junho de 2010

num zapping entre o Porto Canal e a rtp

neste momento o resultado é 0-0.
Para já fraquinho.

para lêr e reflectir

Caro Zé,

Caro Aníbal,

o meu nome é Ana e nasci em Lisboa, mas vivi no Porto quase toda a minha vida. Foi lá que cresci, junto ao rio e ao mar; foi lá que estudei e aprendi tudo o que sei; foi a Norte que passei todas as minhas férias e foi também lá que me ensinaram os valores que hoje me regem.

Foi a Norte que me ensinaram que não se cruza os braços perante a adversidade; foi a Norte que me mostraram que, quando o ser-humano deixa que as mordaças da hipocrisia lhe calem a voz, perde terreno importante para as trevas da exploração; foi a Norte que percebi que a Honra tem muito mais a ver com a forma e a força com que arregaçamos os braços para trabalhar e ajudar o próximo, do que com a gravata que escolhemos para receber um cargo com o qual, afinal de contas, não sabemos bem o que fazer; foi lá em cima que sempre ouvi que não podemos deixar de lutar contra aqueles que nos pisam, que nos oprimem, que nos limitam, que nos reduzem a pouco quando somos muito. Tudo isto aprendi pela boca de pessoas várias, unidas em torno de valores comuns e de uma herança de combatividade (não apenas pela região, mas principalmente pelo próprio país); pessoas de diferentes cores políticas, profissões, estratos e condições sociais; pessoas que às vezes nem sabiam a importância do que me estavam a transmitir; pessoas que falam com o coração na boca e que, se tivessem o país nas mãos, fariam de nós algo ainda maior do que o que agora somos. Só porque sim – só porque os seus antepassados o fizeram sempre.

Tal como disse no início desta carta, foi no Norte que estudei. Mas não foi no Norte que arranjei emprego. Não é no Norte que estou a conseguir desenvolver-me e criar riqueza para o meu país. Não é a terra onde nasci que Norteia as minhas escolhas, nem é lá (ainda) que posso contribuir com as minhas capacidades, explorar o meu potencial ou rentabilizar a minha energia.

É que a Norte não há emprego. A Norte há poucas possibilidades de receber um bom salário. A Norte somos constantemente alvo dos caprichos da capital e acabamos sempre a pagar as favas dos amuos da vossa gente quando sente os bolsos mais leves. A Norte somos pior servidos de transportes e na prática acabamos por pagá-los mais caros. A Norte temos que fazer duplo-esforço para lutar contra o isolamento cultural e artístico e estóicamente ultrapassar violentos ataques e barreiras ao renascimento e desenvolvimento das indústrias que, um dia, alimentaram o país – isto é hoje tão evidente, que só não o vê quem, como os senhores, pura e simplesmente não quer.

Eu não me estou a queixar. Eu tenho dois braços, duas pernas, uma voz potente e três ou quatro capacidades que, certamente, me proverão o sustento mais tarde ou mais cedo. A Norte, pois claro. (Se tiver que ser a Sul, pois que seja, de fome não morrerei – mas o meu coração continuará no Norte e jamais me venderei como tantos dos vossos colegas de mexerico político). Basta os senhores olharem à história e terão diversas provas de que aqui em cima sempre estivemos bem acordados. Repito, não me estou a queixar, porque sei que mais dia, menos dia, esta situação terá um fim. O Norte será Norte e continuará a ser Portugal, mas um Portugal que não baixa a cabeça ao poder central e nem se governa pelo desgoverno que vem da Capital. Só mais uma vez, para que fique bem claro: eu não me estou a queixar – estou apenas a avisar. Junto a minha voz às de tantos outros que têm vindo a fazer avisos semelhantes, por motivos que, entre outros, se prendem com a subsistência e dignidade de uma Juventude que se recusa a apodrecer calada.

Estarão agora os senhores a pensar: “Bolas, a miúda está revoltada!”. Estou sim, meus senhores. Estou eu e os meus irmãos; o meu namorado; os meus vizinhos; os meus amigos; os amigos do meu namorado e os amigos dos meus amigos; os meus colegas de curso; os meus colegas de trabalho (temporário, claro); os meus companheiros de autocarro e de metro; os meus tios, primos e avós; todos os amigos e colegas deles; os meus pais e os seus amigos…somos muitos. E seremos cada vez mais.

Só para acabar, uma última ressalva: os senhores lembrem-se de que não estão a brincar com tostões. Estão a brincar com a vida de pessoas unidas pelo orgulho de, historicamente, sempre terem aceite de peito aberto a luta pela dignidade. Repito: de peito aberto; coração na boca; e o Mundo nas mãos.

Não roubo mais do vosso precioso tempo. Fá-lo-ei, certamente, com o próximo boletim de voto que me chegue às mãos.

Aquele abraço de fair-play,

Anita*

(via anita na cee)

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Medo

eles estão a começar a ter medo.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

rio a sair da casca!!!!!

by JN

Rui Rio: "Norte à beira de se poder revoltar a sério"

19h56m

O presidente da Junta Metropolitana do Porto, Rui Rio, alertou hoje, segunda-feira, o Governo para o facto das pessoas da região Norte estarem "à beira de se poderem revoltar", apelando ao chumbo dos chips para "acalmar" a situação das SCUT.

Em declarações aos jornalistas após uma reunião entre a Junta Metropolitana do Porto (JMP), as Comissões de Utentes contra as portagens nas SCUT, a ANTRAM, a Associação Empresarial de Viana do Castelo e o presidente da Câmara da Maia, Bragança Fernandes, Rui Rio afirmou que a questão das SCUT foi "a gota de água" no "tratamento discriminatório" de que a Região Norte tem sido alvo.

"Este tratamento discriminatório é, em minha opinião e pela leitura política que eu faço, muito perigoso para o Governo. Estamos à beira das pessoas se poderem revoltar a sério e com razão", alertou o também presidente da Câmara do Porto.

Segundo Rio, o Governo "deveria ponderar muito bem aquilo que está a fazer" e "optar por responder e por dialogar e ouvir os argumentos sérios" dos vários intervenientes.

"Está nas mãos da Assembleia da República, não só dos deputados da maioria como dos deputados da oposição, a possibilidade de acalmar e nós não corrermos riscos maiores do que aqueles que estamos a correr", afirmou o presidente da JMP, apelando à revogação dos chips na próxima quinta feira.

Rui Rio considera que "a Junta Metropolitana tem a obrigação e o dever político de apoiar as manifestações feitas pelos movimentos" contra a introdução de portagens nas SCUT.

"Eu tenho esperança que na quinta feira tudo isto possa acalmar com a revogação dos chips e depois haja um clima de diálogo que possa conduzir tudo isto a bom porto", disse o autarca.

Questionado pelos jornalistas sobre o que o levaria a ter esperança no diálogo se ele nunca aconteceu nesta matéria, Rio foi peremptório: "o senhor ministro das Obras Públicas não tem experiência política que eu tenho mas o Primeiro-ministro tem, talvez mais até do que eu, e talvez consiga perceber que não estamos a falar de uma brincadeira, estamos a falar de toda uma região que está à beira de se poder revoltar".


Mais nada.

O presidente da câmara garantiu que "se tivesse no Governo tinha muito cuidado a tratar todos por igual", considerando que "estão a lidar muito mal com os sentimentos das pessoas do Norte".