quarta-feira, 13 de outubro de 2010

landing schippol portugalia

O Porto de noite e sem semáfaros.
Porto de dia.
e o semáfaro é vermelho.

Eu Não Pago

EU NÂO PAGO.

Porto Canal queixa-se da Markteste

e os parolos não é que nos deram razão?
como é lógico as audiências desta empresa só favorecem lisboa.
a queixa é justa.
vamos ver daqui para a frente.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Do Alves dos Reis

Estes Juízes dos Tribunais são todos uns vendidos. Tribunal de Comarca, da Relação, Adminsitrativo, TIC, Supremo, Constitucional, de Apelo, Até o TAS na Suiça :-)

O Pintinho compra-os a todos..... até a Morgado, a Candida Almeida e Pinto Monteiro comprou :-)

Só em Lisboa é que os Juízes não se deixam comprar.

E é por isso que 14 Sem Nome estão a cumprir prisão efectiva. E mais outros 20 com Pena suspensa!!!!

Isto sem falar naquele cidadão que nas barbas da policia foi agredido no Aeroporto Internacional de Lisboa.
Houve também uma porta da SIC que foi deitada abaixo e um microfone roubado a um reporter da RTP que apanhou com a boca na botija o Hermengildo Loureiro e o Vieigarista num reservado de Hotel.
A OPA chinesa que iria ser um esquema perfeito para sacar dinheiro aos crentes da manada. Pena ter sido descoberta a marosca a tempo. Os 5 milhões do Mancotorras desapareceram no nevoeiro. O Alverca até foi à falência mas isso não interessa para nada.
O Kikin Fonseca veio a custo zero, mas ia ser pago por 4 milhões nas Ilhas Virgens. Como a chico-espertice foi descoberta, o jogador foi devolvido para o México. Não há problema, os Bagulhos e as Mizés na PJ avisam a tempo e manda-se arquivar.
A Carolina novel escritora de fino quilate não foi comprada, subornada, paga para mentir e prestar perjúrio em Tribunal. Não. Foi ela que decidiu ir sózinha para Lisboa e ir viver para um hotel em Lisboa. Armas e droga no supermercado debaixo das bancadas. Um Mafarrico deu um cachaço ao fiscla de lina mas o Juiz mandou-o prender.... O campo do jogos dos júniores em Alcochete foi invadido por extraterrestres. Um autocarro ardeu sózinho, deve ter sido um curto-circuito. Um adepto lembrou-se, e em plena bancada espetou um very light na própria barriga. A UEFA multou-os em 70.000 Euros mas foi por se terem portado bem no jogo com o Liverpool.
A GEBALIS vai abrir falencia porque só deu 9 milhões de Euros de mão beijada. A EPUL também só ofereceu 18 milhões. os 22 milhões da Euroárea foram um brinde. O Vilarinho nunca ofereceu votos ao Durão Barroso. E a Nelinha nem aceitou Títulos da Operação Coração. É tudo mentira.
O Vara não é benfiquista. O Dias Loureiro não é benfiquista. O Oliveira e Costa não é benfiquista. O Coelhone não é benfiquista.
Nem o Albarran, o Veiga, o Berardo. Os benfiquistas é tudo gente séria e honesta. Em Lisboa não há boites, bares de alterne. Em Lisboa é só igrejas, capelas e catedrais.... O Vale e Azevedo era um insigne Advogado, O Vieira é um anjo de bigode. Ainda agora, foi num raid a Madrid e comprou à pressa, a pronto um g.r. por 8,5 milhões que os espanhois vendiam só por 4 e com desconto. Mas ele insistiu para que fossem 8,5 milhões.
Um cavalheiro é assim!!!

Os Freeports, UNIs, BPNs, SLNs, Faces Ocultas, Portucales, Casas Pias, Submarinos, Contentores.... é tudo no Porto. Em Lisboa não há corrupção.

Em Lisboa são todos querubins e os Juízes e os Ministros nem vão ao beija-mão ao Rei dos pneus !!!!
os Juízes trabalham em Libsoa e são honestos. Depois são transferidos para o Porto e vendem-se por um bilhete de futebol que custa 20 Euros !!!!!!!

E até os árbitros são corruptos quando apitam no Porto, comem fruta, sobremesa, pequenos almoços, chocolatinhos... mas quando apitam em Lisboa fazem jejum, abstinência, flagelam as costas, vão para o convento e rezam o tercinho.... 3 pais nossos e avé marias !!!!

E os campeonatos do FCP são todos roubados. Mas, em 2000, 2001, 2002, 2005 e 2010..... o Porto 'esqueceu-se' de roubar.

Os árbitros fizeram um intervalo, uma pausa, um break, um ano sabático, um hiato... Este ano não se rouba, só para o ano !!!!!!

Túneis, agressões a fiscais de linha, idas ao intervalo às cabines do árbitro é só no porto.

Pressões, intimidações, ameaças, queixinhas ao MAI, à UEFA, ao TAS é só no Porto !!!!!!!!

O Pintinho é um Demónio e o Vieigarista é um Anjo de bigode :-)

(no boronha)

sábado, 2 de outubro de 2010

MAI

Bou fazêre queixa au ministro da desadreminítração interna.
juro qe núm bou arremassár calháus aus benfas.
biba o rui pereira(de pêra) da silba.
mouros ide para alcárçer qualquer coisa.
num gósto de touradas.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Adoro Cerveja Alemã

EH EH EH
esta é para os nossos amigos do 04
AH AH AH
este é para a mouraria
IH IH IH
e ainda para o bieira para o costa para o lampião e tambêm para a bitória.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

o Portuense

"O portuense não gosta de Lisboa. Não gosta da polícia. Não gosta da autoridade. Da autoridade vinga-se, desprezando-a. Da Polícia vinga-se, resistindo-lhe. De Lisboa vinga-se, recebendo os lisboetas com a mais amável hospitalidade e com a mais obsequiada bizarria."

Ramalho Ortigão

da Lavandaria do Jorge Fiel.(cuidado puritanos)

PEQUENO LÉXICO DE VERNÁCULO

Broche

Substantivo masculino (do francês broche)

1. Peça de adorno pessoal, provido de um alfinete e um fecho que se usa pregado em peças de vestuário para prendê-las ou apenas como ornamento. = Alfinete, Pregadeira. A capa estava presa por um broche de diamantes

2. Mola ou colchete que serve para apertar peças do vestuário feminino.

3. Colchete que se prega nos livros ou pastas para os fechar = Brocha. «Havia oferecido ao convento um missal novo, obra ultimamente impressa, encadernado a couro, pregueado com broches de prata, assim como de prata eram suas cantoneiras (F.Campos, Casa do Pó, p. 22)

4. Gross. Prática sexual que consiste na sucção do pénis.

Cabrão, ona

Substantivo (De cabro, de cabra+ suf. ão)

1. Calão popular. Pessoa de má índole, mal formada, que age de forma reprovável ou considerada como tal. «Sabes como é, ninguém em tira da cabeça que estes cabrões da tropa se fizeram todos com os russos» (A Lobo Antunes, Fado Alexandrino, p.312).

2. Interjeição Calão. Exclamação que exprime um insulto, uma ofensa. «Escarro tem ainda o vergalho na mão, passado ao pulso pelo fiador, já lhe passou a fúria de bater assim, mas dá um berro, Cabrão, e cospe na cara do homem derrubado na cadeira como um casaco que foi despido e está vazio» (Saramago, Levantado do Chão, p. 174).

Carago

Interjeição (do castelhano Carajo) popular. Exclamação que exprime impaciência, indignação, espanto ou é usada como forma de incitamento. Aquele indivíduo faz mesmo perder a paciência, carago!

Carago

Substantivo masculino (do latim caraculum, pequeno pau). Zoológico. Nome vulgar de um peixe seláquio da família dos lamnídeos, de grandes proporções, que aparece nas costas marítimas portuguesas e é també conhecido por peixe frade.

Caralho

Substantivo masculino (do latim caraculum, pequeno pau)

1. Grosseiro. Órgão genital masculino = pénis.

2. Gros. Homem malandro, patife

3. Gros. O que traz ou provoca aborrecimento, transtorno..

4. Interjeição grosseira. Exclamação que exprime irritação, impaciência, indignação, espanto…

Pra caralho locução adversativa brasileira grosseira

1. Muito; muito intensamente.

2. Em grande quantidade.

Vai (vá, vão) pró caralho! Grosseiro, frase exclamativa que exprime forte irritação, desprezo

Cona

Substantivo feminino (do latim cunnus). Grosseiro. Órgão genital feminino; vagina.

Cornudo, a

Adjectivo (do latim cornutus)

1. Que tem chifres ou cornos; que tem cornos grandes, imponentes. «Por aqueles sítios, além das lendas sobre a existência dos embuçados, das feiticeiras e do homenzinho cornudo a que se dera o nome de Diabo, José-Maria conquistara o corpo e a natureza de Maria –Água» (J. de Melo, Gente Feliz, p. 449)

2. Popular. Que foi enganado, traído pelo cônjuge ou pela pessoa com quem mantém uma relação íntima, a qual se envolveu amorosamente com outra pessoa ou cometeu adultério = Corno.

3. Que é difícil de resolver; que tem duas pontas, dois bicos = bicudo.

Enrabar

Verbo ( e en+rabo+suf. ar)

1. Perseguir de perto um animal.

2. Seguir de perto e com demasiada insistência = Perseguir.

3. Tauromáquico. Segurar uma animal, pelo rabo.

4. Prender o animal pelo cabresto, à cauda de outro, para seguirem na mesma direcção.

5. Prender um veículo à parte traseira de outro.

6. Amarrar com atilho especial à parte mais grossa da cauda do boi para ser arrastado.

7. Pôr o rabo de cana a um foguete.

8. Gros. Praticar sexo anal.

9. Bras. Enganar, ludibriar.

Filho da puta

substantivo (do latim filius)

1. Gros. Pessoa desprezível, ordinária.

2. Gros. Insulto utilizado para maldizer alguma coisa ou alguém.

Foder

Verbo (do latim futuere)

1. Gros. Ter relações sexuais = copular, fornicar (popular)

2. Deixar ou ficar muito prejudicado, destruído, em mau estado ou em condições desfavoráveis,

Foda-se! Gros. Expressão que indica espanto ou desagrado.

Que se foda! Gros. Expressão que indica desinteresse, desprezo.

Paneleiro

Substantivo (de panela + suf. eiro)

1. Region. (Beiras) Pessoa que fabrica panelas de barro.

2. Gross. Homossexual masculino; homem efiminado.

3. Gross. Expressão insultuosa.

Picha

Substantivo feminino (de pica)

1. Zool. Designação vulgar atribuída a um camarão pequeno

2. Cal. Pénis.

3. Region. Galheta

Puta

Substantivo feminino (de puto)

1. Gross. Mulher que se dedica à prostituição, a ter relações sexuais mediante remuneração = Meretriz, Prostituta.

2. Mulher sem moralidade, mulher devassa ou com comportamento reprovável.

3. Mulher que se detesta ou se maldiz pelo seu carácter, pelas suas atitudes, pelas suas maneira…

4. Expressão insultuosa. Filho da puta, Ir para a puta que o/a/te…pariu. Gross. Expressão utilizada quando sequer mandar embora alguém em termos insultuosos. Mandar alguém para a puta que o/a/te …pariu, Gross. Afastar alguém que se detesta ou com quem se está extremamente aborrecido.

Rabeta

Adjectivo feminino (De rabo + suf. eta)

1. Zool. Ave passeriforme da família dos turdideos, também conhecida por rabirruiva e rabo-queimado.

2. Zool. Ave passeriforme da família dos motacilídeos, de cauda comprida, também conhecida por alvéola e rabodarvela.

3. Gir. Charuto de má qualidade

4. Region. Rapariga astuta, espevitada, perspicaz.


música: Oui, non, encore?, dos Louise Attaque


publicado por Jorge Fiel às 00:05

domingo, 26 de setembro de 2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

CALLEJEROS VIAJEROS OPORTO PARTE 2



Parte 2 da visão castelhana do nosso PORTO

domingo, 19 de setembro de 2010

o condomínio lisboeta

João Boavida|



Ainda a propósito de Lisboa como um condomínio fechado, temos que reconhecer que tem, hoje, excelentes condições para isso. Sobretudo económicas. É, de longe, a primeira cidade do país em poder de compra. Depois, é a única zona do País com um PIB acima da média europeia (104%), enquanto o resto de Portugal se fica pelos 72% (este desequilíbrio devia obrigar a políticas fortes, se, claro, a mentalidade do condomínio fechado não dominasse).

É ainda o lugar onde reside toda a classe política significativa, quer a competente quer a incompetente. É certo que há na Província muitos putativos políticos, mas, enquanto por aqui andam, pouco contam, e quando lá chegam dão força a Lisboa na proporção em que a retiram daqui.

Acresce que não querendo parecer políticos de Província procuram apagar a sua origem esquecendo os seus eleitores. Uma coisa é certa: Lisboa (ou o melhor dela) vive na abastança em relação ao País, o que aumenta a gula de uns e o espírito superior e suspeitoso dos outros – ingredientes indispensáveis para um condomínio fechado.

Que não é de agora, já vem detrás, que se pensou até que a democracia podia inverter, mas que não conseguiu, ou não quis. Com efeito, para o actual condomínio lisboeta todo o País tem dado o seu contributo, esvaziando os bolsos. Lembram-se do J. Pimenta e da Torralta dos anos 60/70 e o que significou em capital não investido nas próprias terras?

E quanto a Serviços, para a Província, descentralização, nada, Lisboa não deixa. Já repararam na cintura de protecção que Lisboa fez em relação às suas universidades, não tendo deixado criar universidades públicas nas cidades mais próximas? Não houve esse cuidado para com o Porto ou Coimbra.

Daqui deriva, como não pode deixar de ser, uma problemática sociológica. E uma psicológica, que resulta daquela. E uma geográfica, consequência de um certo desconhecimento do País, que é muito “bem”. As vantagens psicológicas da capital são subtis e percebem-se sobretudo nas conversas, no tom algo displicente do lisboeta, num gosto de falar desembaraçado e explicado e que termina muitas vezes por «pe(r)cebe?».

A razão geográfica é determinante. Para cima é o Norte, com vocação para caceteiro, ou parolo, ou as duas coisas. Para Sul é o Alentejo das barrigas açordeiras e o Algarve, enquanto e só imensa orla de areia. E mesmo o facto de o Alentejo se ter transformado em moda, o lisboeta, ao apreciar-lhe os vinhos e ao comprar-lhe montes e herdades, encontrou a fórmula de aumentar o estatuto, reforçando, portanto, a capitalidade económica, social e política. Ou seja, factores sociológicos de peso.

A presunção da capital não seria grave (noutros países se sofre do mesmo) se não acrescentasse desequilíbrio entre Lisboa e o País. Que não é só económico, mas também social e psicológico. E isto ainda seria suportável se não fosse o irrespirável processo de noticiar Lisboa, promover Lisboa, encherem-nos com tudo o que Lisboa faz, mesmo que não interesse a ninguém, a não ser aos condóminos, claro. Aspecto irritante, sobretudo quando se faz melhor na “Província”; coisa que o lisboeta não consegue entender, até porque a comunicação social, vítima da mesma mentalidade, e como se todos os outros factores não bastassem, lhe acrescenta todos os dias o ego e o autismo.

Mas não adianta lamentar. Não tem emenda. Seriam necessários políticos de grande envergadura e coragem e uma comunicação social inteligente e com visão nacional. São as cidades da “Província” que têm que puxar pela vida, e unirem-se, em vez de entrarem em competições mortíferas. E sobretudo criarem redes e mecanismos interactivos de produção intelectual, económica, científica e cultural. E de valorização e difusão das suas realizações. Produzir a todos os níveis para criar autonomia. Produzir, usufruir, divulgar.

O que cá se faz é muito e é disso que temos que ter consciência. Para que possamos fazer muito mais e muito melhor. Quanto mais e melhor fizermos, mais condições temos para fazer. Mais e melhor. E para que cada vez tenhamos menos a ideia de que tudo se passa em Lisboa. Devemos ter a exacta medida das coisas, mas isto tem dois sentidos.

Não devemos cair na tentação de achar que o que cá se faz é sempre o melhor, vício em que cai o provinciano, nem considerar que, se é de cá, não pode ser grande coisa, vício em que o pedante costuma cair.

Um, encorreado e granítico, diz sempre que a sua terra e o que nela há é o melhor, ficando cego a todas as evidências; o outro, derretido como a manteiga para tudo o que lhe cheira a civilização, põe defeitos em tudo o que se faz na sua terra.

|as beiras|


joão boavida

CALLEJEROS VIAJEROS OPORTO PARTE 1