quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
eheheh hoje não á programas desportivos
assobia para o lado.
assobia para o outro.
o jesus não fez nada.
o rapaz é que encostou a cara no jesus.
(ok. o Porto Canal não conta para os lisbonários)
ufa.....consegui votar.
hoje foi um dia estranho.
dia de votar.
já não me lembrava de estar quase uma hora para exercer o direito de voto.
estranho.......
uma hora para votar?
.........
depois percebi que houve problemas com o sistema.
e vi e ouvi muitas pessoas que não votaram,
indignadas muitas delas.
hoje achei umas eleições estranhas.
prontos.
domingo, 23 de janeiro de 2011
rui santos brilhantina em directo.
........zzzzzzzzz.........
pois são melhores..........zzzzzzzzzz........
faixas laterais falcao a jogar atrás do tal ponta de lança.
não está adaptado.
mas o meio campo é muito competente.
o equilibrio estrutural é muito bom.
premio o emídio rafael.
o lance polémico......
aproveita bem e a abola já vai a sair pela linha de fundo,
mas dá-lhe um toque,.
mas tal e tal.........
é pá,
pachorra.
adenda.
o rui brilhantina santos ficou chateado com o comprimento do sr àrbrito com o André Vilas Boas.
LOL
Etiquetas:
rui santos brilhantina clube do regime
sábado, 22 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
da blogosfera e de referençia
Nuno Gomes está para deixar o Benfica. Vai para uns 14 ou 15 anos que foi comprado e anunciado precisamente num dia de Boavista-Benfica. Ficou 0-0 e, se forem às crónicas da época, verão que o então jovem boavisteiro de Amarante falhou, isolado ante Preud'homme, quatro situações de golo. Não é que tivesse de os marcar todos, o guarda-redes belga era muito bom, mas em situação normal, com uma mente serena, sem a pressão de um contrato já assinado com o futuro patrão e a equipa que nessa noite defrontava no Bessa, Nuno Gomes marcaria uma dessas oportunidades.
É só para lembrar, porque há muita gente esquecida que gosta de pôr lama na ventoinha quando se trata de julgar os exemplos dos outros clubes, nomeadamente o FC Porto.
Obrigado Zé Luis
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
sábado, 18 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Porto Escadas do Barredo
LOL para a legenda desta imagem.
Pois! Acabei de ler a empresa alemã e Bruno Labadia (o treinador do "VfB Stuttgart") diz que o Benfica é um clube de tradição. O que significa, traduzido em miúdos, que já foram alguém e agora não valem um caralho ...!

mais um benfas parolo e muito parolo
o poncio está a atar as botas ...pena que não seja também o amigo/chefe dele !!
Adenda muito linda.LOL
O que gostam as crianças
25 Março 2009 | 00:01
Lucia Crespo - lcrespo@negocios.pt
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A Vodafone é a marca escolhida para o telemóvel, o FC Porto é o clube desportivo preferido, Hannah Montana, Panda Kung Fu e Cristiano Ronaldo são as personagens predilectas. TVI, Canal Panda e Disney Channel são os canais de televisão que mais gostam de ver.
Frank Zappa the Best conductor ever
se puderem ver,
vejam a diferença de idades e de realidades.
FZ Rules
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
do Renovar o Porto
A foto ao lado(apv) é uma imitação ridícula do Hercule Poirot lisboeta, patético e complexado. Como sabem, Poirot é um detective privado, criado pela talentosa escritora britânica Agatha Christie que se tornou conhecida na produção de novelas policiais.
Ao contrário da escritora, cuja fama atingiu níveis de popularidade internacionais, esta criatura esguia e de aspecto cadavérico, só conseguiu ter alguma visibilidade em Portugal como cineasta porque o Estado centralista tudo fez, e continua a fazer, para lhe dar algum protagonismo com subsídios e apoios de toda a espécie.
Curioso, é reparar que António Pedro Vasconcelos, apesar de ser um ilustre desconhecido em termos internacionais, se sente muito confortável a criticar o vetusto cineasta Manoel de Oliveira, como se ele próprio estivesse a um nível superior, desprezando o reconhecimento internacional e os inúmeros prémios recebidos pelo realizador portuense em vários festivais de cinema. Mas, agora que o Estado, através da RTP, nos deu a oportunidade de o conhecer melhor em sectários Trios de Ataque, será caso para nos admirarmos? Não, não é, mas o que é demais é moléstia.
António P. Vasconcelos exibe perante as câmaras da televisão tudo aquilo que há de pior na sociedade portuguesa: a inveja e a falta de carácter. De facto, basta consumir alguns minutos para apreciar o seu comportamento no referido programa e perceber que ali não se discute, exactamente e só, futebol, dita-se o centralismo, com capital em Benfica. E para isso, vale tudo, até queimar autocarros!
Quem, por presunção intelectual, ou simples vaidade, continuar agarrado à ideia de que o futebol é um mundo menor, distinto do resto da sociedade, fará mal se não dedicar algum tempo a observar este tipo de programas pois isso poderá ajudar a compreender outros fenómenos de prepotência e discriminação que a política ainda consegue mascarar. Na RTP, como noutros canais sediados em Lisboa, aqueles programas onde seria suposto debater-se o futebol - o desporto dilecto dos portugueses -, o que se discute resume-se a um assunto: arbitragens.
O espectador incauto [ingénuo, ou futebolisticamente inculto] poderá até admitir que esses desvios programáticos em que subitamente a nomenclatura se desajusta do conteúdo, deixando portanto de fazer sentido , se devem apenas à incompetência de quem os concebe e dirige, mas é aí que está o engano. Os crónicos desvios temáticos destes programas [Trio de Ataque, na RTPN, Dia Seguinte, na SIC e Prolongamento, na TVI24], são intencionais de acordo com as circunstâncias, isto é, afastam-se sistematicamente da componente técnico-desportiva, para a componente das arbitragens, quando o centralismo representado pelo Benfica começa a perder terreno [pontos] em relação ao seu inimigo visceral da "província", o Futebol Clube do Porto. O fenómeno é recorrente e tem a cobertura activa do regime.
Só que, este miserável cenário é suficientemente sofisticado, porque na aparência é democrático... De facto, cada clube, dos três mais populares, tem o seu representante que teoricamente dispõem de "toda" a liberdade para o defenderem, só que as coisas não são exactamente assim. No programa Trio de Ataque [e nos outros é a mesma coisa], o pivôt está nitidamente instruído para dar mais protagonismo ao representante do Benfica que ultrapassa sempre o tempo de antena que é concedido aos outros dois participantes. Além de que, interrompe constantemente os seus interlocutores vitimizando-se exactamente para disfarçar os excessos e poder voltar a falar logo a seguir. Nisto, o detective/cineasta falhado, é exímio. Mas é exímio porque tem a conivência do pivôt, que por sua vez está mandatado pelo seu director para dar lastro a esta discriminação em nome do glorioso clube do absolutismo!
Por isso, o cineasta subsídio-dependente faz o que lhe dá na gana. Insinua, difama, provoca, mente, envenena, contradiz e insulta impunemente. Enfim, tem as costas quentes, porque sabe que lá no fundo, o Estado com todos os seus representantes incluídos, é o seu grande mestre e protector.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Mais uma parola.
em rodapé na tvi24
eusébio comemora 50 anos de benfica.
é pá,
o eusébio ainda joga?
LOL
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
3 parolos benfiquistas a falar nas televisões
primeiro parolo.
antónio pedro vasconcelos
segundo parolo.
rui gomes da silva
terceiro parolo.
fernando seara
1.rtpn
2.sic.n
3tvi24
sábado, 11 de dezembro de 2010
A Melhor da Noite.os benfiquistas vão suspender o boicote aos jogos
Vieira anuncia fim do boicote aos jogos foraPor Redacção
Luís Filipe Vieira anunciou este sábado, em carta dirigida aos presidentes das Casas, filiais e delegações do Benfica, o fim do boicote aos jogos fora. Apelos da família benfiquista mas também de outros clubes motivaram a decisão do presidente dos encarnados, avalizada pelos órgãos sociais do clube.
«Fui alvo, ao longo dos últimos meses, de muitos apelos, de pessoas singulares e de várias Casas do Benfica e até de Clubes. Fui sensível a esses apelos e levei o assunto ao plenário de órgãos sociais que ontem [sexta-feira] se realizou, tendo sido decidido que - independentemente da razão que nos assiste - é tempo de retirar o apelo ao boicote e continuar a acreditar na equipa campeã nacional. Juntos, como sempre, e determinados como nunca, vamos ultrapassar todos os obstáculos», escreve Vieira.
«Vencemos o desafio que tínhamos proposto», defende, sublinhando que «nem mesmo o facto de muitos benfiquistas se terem deslocado aos estádios do Algarve e de Aveiro pode ser visto como um sinal de fraqueza, mas antes um sinal da nossa força».
«Partilho do desencanto dos benfiquistas»
Na missiva que dirige aos representantes locais do Benfica, Luís Filipe Vieira diz compreender o «desencanto» com «o percurso acidentado» da equipa orientada por Jorge Jesus, mas lembra que decisões «a quente» ou seguir pelo «caminho mais fácil» podem originar os «maiores problemas».
«Quem não tem memória arrisca-se a ser ingrato, e há uma coisa que este clube não pode perder, a sua memória e a sua gratidão a todos os que contribuíram para engrandecer a nossa história. Sei do desencanto dos benfiquistas. Partilho desse desencanto, lamento o percurso acidentado que temos vivido, mas estou certo de que os primeiros a lamentá-lo são os nossos jogadores e a nossa equipa técnica. De uma coisa tenho a certeza: nunca devemos cair na tentação de reagir a quente, ou escolher o caminho mais fácil, porque o caminho mais fácil, muitas vezes, é aquele que nos leva aos maiores problemas», alerta.
Eis o conteúdo da carta de Luís Filipe Vieira:
«A minha última carta aos Sócios, em que transmitia o meu entendimento e reforçava o meu apoio às decisões tomadas no plenário de órgãos sociais, reunido no mês de Setembro, provocou um conjunto vasto de reacções, sinal positivo e o melhor indicador do incómodo provocado pela decisão então assumida. Quero, por isso, começar esta carta por agradecer aos milhares de Sócios e adeptos que podendo ter-se deslocado a jogos que a equipa realizou fora de portas, não o fizeram, porque perceberam que a força do Benfica está na união e que, situações graves exigem medidas excepcionais.
Demonstrámos, durante este tempo, a nossa força, o valor das nossas convicções e, por muito que alguns teimem em não querer ver que em estádios de 30 mil lugares, a lotação não chegou a metade da sua capacidade, não é por isso que deixámos de ter razão. Vencemos o desafio que tínhamos proposto. E, nem mesmo, o facto de muitos benfiquistas se terem deslocado aos estádios do Algarve e de Aveiro, pode ser visto como um sinal de fraqueza, mas antes um sinal da nossa força. Neste clube a unanimidade não se alcança - como em outros clubes - pela intimidação daqueles que discordam. A grandeza deste clube resultou, exactamente, de termos sempre sabido construir a nossa história na diversidade e na possibilidade de todos se exprimirem livremente. É isso que nos diferencia e é isso que nos engrandece!
Todos aqueles que foram a Faro ou a Aveiro partilham da mesma vontade e da mesma convicção dos muitos milhares de benfiquistas que decidiram respeitar o apelo que lhes foi feito, disso não tenho dúvidas. Todos eles sentem e vivem o Benfica com a mesma intensidade e querem o melhor para o seu Clube.
Não faço discriminações, nem recrimino aqueles que foram, mas evidentemente percebem que tenho de dirigir uma palavra especial de agradecimento a todos aqueles que com a sua ausência nos deram a sua compreensão em função do que lhes tinha sido pedido. Quero agradecer particularmente a todas as Casas do Benfica que não só acataram como souberam dinamizar-se em defesa do apelo que então foi lançado! As Casas do Benfica perceberam o alcance do pedido e trabalharam no sentido de honrar esse pedido. Quero, ainda, esclarecer que a posição que tomámos não foi contra os clubes, mas antes contra algumas pessoas que se movem nas sombras da legalidade e da ética e teimam em querer arrastar o futebol para um lugar que não é o dele.
Fui alvo, ao longo dos últimos meses, de muitos apelos, de pessoas singulares e de várias Casas do Benfica e até de Clubes. Fui sensível a esses apelos e levei o assunto ao plenário de órgãos sociais que ontem se realizou, tendo sido decidido que - independentemente da razão que nos assiste - é tempo de retirar o apelo ao boicote e continuar a acreditar na equipa campeã nacional. Juntos, como sempre, e determinados como nunca, vamos ultrapassar todos os obstáculos.
Quem não tem memória arrisca-se a ser ingrato, e há uma coisa que este clube não pode perder, a sua memória e a sua gratidão a todos os que contribuíram para engrandecer a nossa história. Sei do desencanto dos benfiquistas. Partilho desse desencanto, lamento o percurso acidentado que temos vivido, mas estou certo de que os primeiros a lamentá-lo são os nossos jogadores e a nossa equipa técnica. De uma coisa tenho a certeza: nunca devemos cair na tentação de reagir a quente, ou escolher o caminho mais fácil, porque o caminho mais fácil, muitas vezes, é aquele que nos leva aos maiores problemas».
Luís Filipe Vieira anunciou este sábado, em carta dirigida aos presidentes das Casas, filiais e delegações do Benfica, o fim do boicote aos jogos fora. Apelos da família benfiquista mas também de outros clubes motivaram a decisão do presidente dos encarnados, avalizada pelos órgãos sociais do clube.
«Fui alvo, ao longo dos últimos meses, de muitos apelos, de pessoas singulares e de várias Casas do Benfica e até de Clubes. Fui sensível a esses apelos e levei o assunto ao plenário de órgãos sociais que ontem [sexta-feira] se realizou, tendo sido decidido que - independentemente da razão que nos assiste - é tempo de retirar o apelo ao boicote e continuar a acreditar na equipa campeã nacional. Juntos, como sempre, e determinados como nunca, vamos ultrapassar todos os obstáculos», escreve Vieira.
«Vencemos o desafio que tínhamos proposto», defende, sublinhando que «nem mesmo o facto de muitos benfiquistas se terem deslocado aos estádios do Algarve e de Aveiro pode ser visto como um sinal de fraqueza, mas antes um sinal da nossa força».
«Partilho do desencanto dos benfiquistas»
Na missiva que dirige aos representantes locais do Benfica, Luís Filipe Vieira diz compreender o «desencanto» com «o percurso acidentado» da equipa orientada por Jorge Jesus, mas lembra que decisões «a quente» ou seguir pelo «caminho mais fácil» podem originar os «maiores problemas».
«Quem não tem memória arrisca-se a ser ingrato, e há uma coisa que este clube não pode perder, a sua memória e a sua gratidão a todos os que contribuíram para engrandecer a nossa história. Sei do desencanto dos benfiquistas. Partilho desse desencanto, lamento o percurso acidentado que temos vivido, mas estou certo de que os primeiros a lamentá-lo são os nossos jogadores e a nossa equipa técnica. De uma coisa tenho a certeza: nunca devemos cair na tentação de reagir a quente, ou escolher o caminho mais fácil, porque o caminho mais fácil, muitas vezes, é aquele que nos leva aos maiores problemas», alerta.
Eis o conteúdo da carta de Luís Filipe Vieira:
«A minha última carta aos Sócios, em que transmitia o meu entendimento e reforçava o meu apoio às decisões tomadas no plenário de órgãos sociais, reunido no mês de Setembro, provocou um conjunto vasto de reacções, sinal positivo e o melhor indicador do incómodo provocado pela decisão então assumida. Quero, por isso, começar esta carta por agradecer aos milhares de Sócios e adeptos que podendo ter-se deslocado a jogos que a equipa realizou fora de portas, não o fizeram, porque perceberam que a força do Benfica está na união e que, situações graves exigem medidas excepcionais.
Demonstrámos, durante este tempo, a nossa força, o valor das nossas convicções e, por muito que alguns teimem em não querer ver que em estádios de 30 mil lugares, a lotação não chegou a metade da sua capacidade, não é por isso que deixámos de ter razão. Vencemos o desafio que tínhamos proposto. E, nem mesmo, o facto de muitos benfiquistas se terem deslocado aos estádios do Algarve e de Aveiro, pode ser visto como um sinal de fraqueza, mas antes um sinal da nossa força. Neste clube a unanimidade não se alcança - como em outros clubes - pela intimidação daqueles que discordam. A grandeza deste clube resultou, exactamente, de termos sempre sabido construir a nossa história na diversidade e na possibilidade de todos se exprimirem livremente. É isso que nos diferencia e é isso que nos engrandece!
Todos aqueles que foram a Faro ou a Aveiro partilham da mesma vontade e da mesma convicção dos muitos milhares de benfiquistas que decidiram respeitar o apelo que lhes foi feito, disso não tenho dúvidas. Todos eles sentem e vivem o Benfica com a mesma intensidade e querem o melhor para o seu Clube.
Não faço discriminações, nem recrimino aqueles que foram, mas evidentemente percebem que tenho de dirigir uma palavra especial de agradecimento a todos aqueles que com a sua ausência nos deram a sua compreensão em função do que lhes tinha sido pedido. Quero agradecer particularmente a todas as Casas do Benfica que não só acataram como souberam dinamizar-se em defesa do apelo que então foi lançado! As Casas do Benfica perceberam o alcance do pedido e trabalharam no sentido de honrar esse pedido. Quero, ainda, esclarecer que a posição que tomámos não foi contra os clubes, mas antes contra algumas pessoas que se movem nas sombras da legalidade e da ética e teimam em querer arrastar o futebol para um lugar que não é o dele.
Fui alvo, ao longo dos últimos meses, de muitos apelos, de pessoas singulares e de várias Casas do Benfica e até de Clubes. Fui sensível a esses apelos e levei o assunto ao plenário de órgãos sociais que ontem se realizou, tendo sido decidido que - independentemente da razão que nos assiste - é tempo de retirar o apelo ao boicote e continuar a acreditar na equipa campeã nacional. Juntos, como sempre, e determinados como nunca, vamos ultrapassar todos os obstáculos.
Quem não tem memória arrisca-se a ser ingrato, e há uma coisa que este clube não pode perder, a sua memória e a sua gratidão a todos os que contribuíram para engrandecer a nossa história. Sei do desencanto dos benfiquistas. Partilho desse desencanto, lamento o percurso acidentado que temos vivido, mas estou certo de que os primeiros a lamentá-lo são os nossos jogadores e a nossa equipa técnica. De uma coisa tenho a certeza: nunca devemos cair na tentação de reagir a quente, ou escolher o caminho mais fácil, porque o caminho mais fácil, muitas vezes, é aquele que nos leva aos maiores problemas».
LOL
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