quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
fascistas do benfica
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Airplanes
ora aí temos umas das únicas companhias aéreas mundiais,a operar em LPPR.
tráfico lisboeta.o aeroporto está sempre muito ocupado a esta hora da manhã.
txiii.
tanto movimento.
o pessoal da capital,
ainda está a dormir.
AHAHAH
easyjet a chegar a OPORTO,numa manhã luminosa.
(foto tirada em guifões
torre de controle num dos maiores aeroportos europeus.AMS
ora vejam lá o que está lá ao fundo.será AMS?
tráfico em AMS.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Rosa e Berde
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
de um benfas(director do porto canal)
terça-feira, 25 de novembro de 2008
O poder está na ponta da espingarda
Ao contrário do presidente da Comissão Europeia e do guru da direita portuguesa bem pensante (qualificativo que acho assenta muito bem ao Zé Pacheco Pereira) nunca fui maoista, que não me inibiu de arranjar uam edição de Pequim do Livrinho Vermelho, belíssimo objecto que consulto de vez em quando.
Mao foi um ditador sanguinário e um refinado estupor, mas agrada-me a simplicidade pragmática dos seus pensamentos, que mergulha as raízes na escola da desarmante sabedoria chinesa fundada por Confúncio.
Uma frase de Mao – “O poder está na ponta da espingarda” - , veio-me à cabeça esta semana à medida que subia a minha indignação com os resultados de uma pesquisa estatística motivada pela divulgação da notícia de que o Norte foi a segunda região europeia onde se registaram mais despedimentos colectivos no período 2002-07.
O Norte está triste e infeliz e tem todas as razões para isso. É a segunda região do país (a seguir a Lisboa) que mais riqueza gera, mas quando chega a hora de a distribuir surge no último lugar, com um rendimento per capita de apenas 80% da média nacional e 57% da média comunitária.
Não me parece saudável um país em que os salários pagos na capital são 50% superiores ao resto do país - e que o poder de compra em Lisboa (135,5 em permilagem do total nacional) seja o triplo do do Porto (44,01).
Como portuense, fico revoltado ao constatar que, no período 1992-2006, de todos os 308 concelhos do país, o Porto foi o que mais poder de compra perdeu (-2,5%) e que no pódio estejam os três concelhos do eixo Lisboa-Cascais, com Oeiras à cabeça (4,5%).
E a mostarda sobe-me que nariz quando vejo que Lisboa absorve 42,5% do total de crédito concedido pelos bancos. Se juntarmos o Funchal a Lisboa, que ficam com 53,9% do dinheiro emprestado pela banca. O Porto contenta-se com um terceiro lugar (11,9%).
Nós, os três milhões nortenhos, não podemos ficar parados. Enquanto os carteiristas de Lisboa nos metem a mão no bolso, o desemprego não pára de crescer (em 2007, o Norte ultrapassou pela primeira vez o Alentejo e tornou-se a região com maior taxa de desemprego) e a riqueza não pára de de diminuir (no início dos anos 90, o IRS per capita no Porto era metade do de Lisboa; dez anos depois era apenas 25%).
O grave é que o Governo continua a adiar a Regionalização e apenas contribui para alargar este fosso, como o prova o facto de em 2009, o Norte ir receber segundo valor mais baixo (226 euros per capita), contra 382 euros da média nacional) do plano de investimentos da administração pública (Piddac).
É tempo de dar um murro na mesa e declarar guerra ao centralismo ladrão. De aprendermos com Mao que o poder está na ponta da espingarda – ninguém dá nada a ninguém, se o puder evitar. De aprendermos com João Jardim, que, usando os cotovelos, fez da Madeira a segunda região mais rica do país, com um rendimento 25% superior à média nacional.
Para começar, a AEP devia reconverter a campanha Compre Português por uma campanha Compre Nortenho. E como o Governo é surdo a vozes que não venham da rua e se exprimam na primeira metade dos telejornais, ganhávamos em boicotar a visita ao Norte de governantes, enquanto não for dado um sinal claro de que o roubo vai acabar. Eu estou pronto a atirar o primeiro ovo podre.
(no bussola)
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Aviões Red Bull Air Race Oporto "bárius"
não sei qual é,mas gosto da "anémona"
a minha primeira da rbar.
o mano "amaricano",m.mangold.
a cauda do "mano"
o "galego"
"a olhar para mim?"
optimus with orange.
blue.
toca a "lebántar"
vrommmmmmmm.
portugalia/tap numa passagem do meu local de trabalho.(lppr35)
voo charter da futura,num muito "very low aproach"to LPPR.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Amsterdam Novembro
A bicicleta.meio de transporte obrigatório em Amsterdam.
Montra de Natal.
Exposição de bonecos,numa montra.
As duas Vespas numa loja de decoração.
Os canais.
Barcos casas nos canais de Amsterdam
Como sempre,ele há portugueses em todo o lado.
E um Porsche antigo,nada melhor.
Mais canais.
Outono.
Aí vem o barco cheio de turistas.
Outro meio de transporte obrigatório em Amsterdam.O eléctrico
ou Tram.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
e tal
e tal o porto não ganha..........
e tal
e o porto perdeu.......
e tal.
e que tal ganhar o próximo jogo?
e tal.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
metro do porto
mas compreendo a sua posição.
não gosto do gp.
mas,
não compreendo a sua posição.
e o "jamais"?
nem compreendo a sua posição,nem a sua não posição.
ó lino.......
bai para a escóla.
abaixo com o centralismo.........
central..........................................
de..................................................
lisboa
(nem é lis,nem é boa)
lisboa a capital do antigo império
E EM CASA OS PROCURADORES NÃO PROCURAM?
De Lisboa saem tantas equipas especiais de Procuradores, supostamente dos mais avisados, para irem investigar episódios em Felgueiras ou jogos do Gondomarense com um Trinca-Espinhas qualquer que eu imagino que não tenham sobrado Procuradores livres, suficientemente livres para investigarem a própria Lisboa, antiga capital do Império e hoje da pouca-vergonha.
Pois o Município que ainda há pouco se lamuriava, choramingando, por não ter dinheiro e implorava, mendigando, condições especiais (que lhe foram oferecidas) andava há anos a distribuir animadamente casinhas, lojas, ateliers e sabe-se lá o que mais aos amigalhaços. Ou aos amigalhaços dos amigalhaços. E isto corre todo o espectro partidário: todos ofereceram e a todos foram oferecidas casas sem qualquer critério, ao sabor do apetite ou das conveniências de quem mandava. Ao longo de dezenas de anos, elementos de todos os partidos deram as mãos à volta de um tal de património disperso do município para o oferecerem a quem muito bem entendiam, sem regra nem transparência. Vai daí, quem tinha conhecimentos e cunhas disponíveis dispunha também muito alegremente de uma palhota simpática a preços módicos, fosse ele pintor, escritor, jornalista, político ou até vereador ou funcionário municipal. Ou filho. Gostei particularmente daquele político (chamo-lhe Cândido) que alegava já não residir numa dessas casas por a ter cedido ao filho, justificando a transferência por si decidida por não ter meios para dar uma casa ao filho. Comovente. Também fabulosa a tese daquele que pretendia ter uma casa de reserva, para o caso de se divorciar outra vez.
E todos sabiam. E todos pediam. Todos, dentro de um círculo restrito, claro, mas que atravessava todos os partidos políticos ou aqueles mais significativos. Sem regras se distribuía pelos amigos ou a pedido destes o património público lisboeta, de forma completamente arbitrária.
Se isto se tivesse passado numa outra qualquer cidade do país cairia em Lisboa o Carmo e a Trindade e vinham de lá batalhões de Procuradores investigar, com Saldanha Sanches a comentar, indignado, a vigarice nas televisões. Como é em Lisboa e por atingir todos os amigos, os amigos todos a consideram normal e ainda se vai abafar tudo. Espero que o Senhor Procurador não a considere assim e se mexa porque é preciso saber quem deu, a quem, o quê e quando. E depois averiguar que contrapartidas se verificaram (um aparecimento na campanha eleitoral seguinte? o oferecimento de uma obra de arte? um comentário elogioso nas televisões ou nos jornais?). O que não pode acontecer é não acontecer nada.
posted by VLX
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
fotos
ojumento
aliás o único e raro blog lisboeta que visito com regularidade.
tem boas imagens.
SALDANHA SANCHES DEFENDE VEREADORA DA CML
«A entrega de habitações a quem delas não necessitava pela Câmara de Municipal de Lisboa (CML) ao longo das últimas duas décadas pode configurar um sistema do tipo "saco azul" baseado "no tradicional critério do compadrio", admite Saldanha Sanches, mandatário financeiro de António Costa na campanha eleitoral da cidade. O fiscalista entende que o presidente da CML devia demitir a vereadora da Acção Social, Ana Sara Brito, que se descobriu ter beneficiado de uma casa camarária de renda baixa no centro de Lisboa, na Rua do Salitre, durante os últimos 20 anos.» [Público assinantes]
Parecer:
Isto começa a ter graça, a Maria José Morgado investiga ao mesmo tempo que o marido propõe as demissões.
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Lamente-se o espectáculo.»
ojumentoblogspot.com







