sexta-feira, 10 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
arguidos
Isaltino e Duarte Lima?
Não.
os senhores nunca foram corruptos.
pois.
directo rtp/n
e falam falam falam.
não á mais respostas pois o francisco vai ser um putativo candidato e a a ex ministra tambem não é e o costa de lisboa tambem não.
fosgasse.
Não.
os senhores nunca foram corruptos.
pois.
directo rtp/n
e falam falam falam.
não á mais respostas pois o francisco vai ser um putativo candidato e a a ex ministra tambem não é e o costa de lisboa tambem não.
fosgasse.
terça-feira, 7 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Porto Campeão de Basquetebol.Lindo
Sete anos depois, o FC Porto voltou a ser campeão
02.06.2011 - 22:25 PÚBLICO
O FC Porto sagrou-se hoje campeão nacional de basquetebol, sete anos depois do último título conquistado. Os “dragões” venceram o Benfica no sétimo jogo da final, em casa, por 86-76 e concluíram o duelo decisivo com um parcial de 4-3.
À imagem dos três jogos anteriores no Dragão Caixa, o FC Porto entrou melhor e ganhou alguma vantagem no marcador. Ainda assim, os dois primeiros períodos foram equilibrados e a equipa da casa chegou ao intervalo na frente por uma vantagem curta.
Mas o terceiro período seria fatídico para o Benfica. Muito precipitado na finalização e sem nunca conseguir suster o jogo interior do adversário, viu o FC Porto descolar para uma vantagem que chegou a ser de 14 pontos.
E embora tivesse recuperado ligeiramente no último quarto, nunca esteve perto de discutir o resultado, muito por culpa de Sean Ogirri (22 pontos), muito certeiro na altura do lançamento.
O FC Porto fechava o encontro com o parcial de 86-76 e confirmava a conquista do seu 11.º campeonato. “Todo o trabalho que fiz durante o ano era com este objectivo. Conseguimos concretizá-lo. O Benfica foi um justo vencido. A sensação de ser campeão é sempre muito boa, independentemente do sito onde estamos”, comentou João Santos, no final.
"Fomos a melhor equipa durante a época e era muito injusto se não tivéssemos sido campeões", reagiu Nuno Marçal, uma das grandes referências da equipa portista. "Este grupo trabalhou duas vezes mais que as outras equipas todas ao longo da época", resumiu Miguel Miranda.
Gregory Stempin, um dos baluartes do FC Porto ao longo da temporada, resumiu o seu primeiro título pelos "dragões" desta forma: "Não consigo explicar o que sinto. Trabalhámos muito duro este ano".
Mas o terceiro período seria fatídico para o Benfica. Muito precipitado na finalização e sem nunca conseguir suster o jogo interior do adversário, viu o FC Porto descolar para uma vantagem que chegou a ser de 14 pontos.
E embora tivesse recuperado ligeiramente no último quarto, nunca esteve perto de discutir o resultado, muito por culpa de Sean Ogirri (22 pontos), muito certeiro na altura do lançamento.
O FC Porto fechava o encontro com o parcial de 86-76 e confirmava a conquista do seu 11.º campeonato. “Todo o trabalho que fiz durante o ano era com este objectivo. Conseguimos concretizá-lo. O Benfica foi um justo vencido. A sensação de ser campeão é sempre muito boa, independentemente do sito onde estamos”, comentou João Santos, no final.
"Fomos a melhor equipa durante a época e era muito injusto se não tivéssemos sido campeões", reagiu Nuno Marçal, uma das grandes referências da equipa portista. "Este grupo trabalhou duas vezes mais que as outras equipas todas ao longo da época", resumiu Miguel Miranda.
Gregory Stempin, um dos baluartes do FC Porto ao longo da temporada, resumiu o seu primeiro título pelos "dragões" desta forma: "Não consigo explicar o que sinto. Trabalhámos muito duro este ano".
sexta-feira, 27 de maio de 2011
do Pep para o Vilas Boas
Villas Boas ha dicho que usted es su referente.
No lo tomo como algo personal. Soy un producto de un todo que es el Barcelona. Yo me he inspirado en mucha gente. A partir de ahora también tendré que inspirarme en Villas Boas. Ojalá nos veamos en la Supercopa europea.
do Rui Lima
Ps - afinal a Taça de Portugal está a perder prestigio,não sei se por ser disputada num campo de cebolas, se por o adversario do FCP ser uma fraca equipa.
A verdade é que a imprensa vermelha nomeadamente as televisões do regime ( vermelho) claro está deram pouco relevo ao sucedido talvez por isso a Rtp com a mais prestigiada entrevistadora portuguesa deu uma entrevista no Estadio do Dragão ao Presidente vencedor e que bateu todos os records de audiencia.
Até os seis milhões que vêem a Galinha Tv nesse dia viram a entrevista, quem der uma volta pelos blogues benfiquistas percebe o que se passa.
A revolta vermelha vem aí e há que encontrar culpados,tem que rolar cabeças e como o gerente quer segurar o treinador da trêta parece que quem vai de vela panda é o Rui Costa numa imitação do que aconteceu a Valdano.
Aguardo ansioso a primeira entrevista da nova epoca do treinador .Quero ver as promessas.
Nós tambem.
eheheh
A verdade é que a imprensa vermelha nomeadamente as televisões do regime ( vermelho) claro está deram pouco relevo ao sucedido talvez por isso a Rtp com a mais prestigiada entrevistadora portuguesa deu uma entrevista no Estadio do Dragão ao Presidente vencedor e que bateu todos os records de audiencia.
Até os seis milhões que vêem a Galinha Tv nesse dia viram a entrevista, quem der uma volta pelos blogues benfiquistas percebe o que se passa.
A revolta vermelha vem aí e há que encontrar culpados,tem que rolar cabeças e como o gerente quer segurar o treinador da trêta parece que quem vai de vela panda é o Rui Costa numa imitação do que aconteceu a Valdano.
Aguardo ansioso a primeira entrevista da nova epoca do treinador .Quero ver as promessas.
Nós tambem.
eheheh
quinta-feira, 26 de maio de 2011
bai dar banho á galinha que a a águia está de molho.
eheheh
muito bom. sacado do boronhas.
Instituições
O Benfica estará provavelmente mais isolado do que nunca no cenário futebolístico nacional. Como escrevia Domingos Amaral, «no país das palmadinhas nas costas, quem tem coluna vertebral é ostracizado como corcunda». A questão se não fosse para chorar até dava para rir, ou no mínimo para sorrir. Depois de Luís Filipe Vieira questionar-se publicamente quanto ao «porquê hostilizarem o Benfica» - algo que nos despertou um déja vu à ingenuidade de Manuel Damásio -, ainda há poucos meses Domingos Soares de Oliveira confidenciou que o facto do Benfica ser digno de cânticos ofensivos em todos os estádios do país já é digno de brincadeira na própria estrutura encarnada. De facto começa a ser um problema cultural pós-geração à rasca e nas que certamente lhe seguirão.
Orgulhosamente sós, diríamos, relembrando uma frase de triste memória. Temos de facto condões contíguos à grandeza da maior Instituição portuguesa. Vai por conseguinte muito para além do síndroma de gigantismo de outros clubes que quanto mais ganham, mais regionais se tornam. Assim, para todos os misólogos que repudiam o termo «Instituição», constatar a obsessão em torno do nosso clube numa final da Liga Europa é um ponto de partida obrigatório – basta querer. O Benfica teve honras de Pinto da Costa que esquecendo como o seu FC Porto eliminou o Manchester em 2004 resolveu relembrar «a mão de Vata», Mesquita Machado por seu lado decidiu-se por considerar o Benfica «o adversário mais fácil» que o SC Braga defrontara na Liga Europa, Villas-Boas não quis ficar aquém e em antevisão da final resolveu informar o mundo que nunca treinaria o Benfica, e por último não faltaram sequer os habituais cânticos ofensivos a que DSO fez referência na sua entrevista há meses.
Somos assim como que um tónico capaz de transformar equipas em depressão em «guerreiros». Com alguma displicência no jogo da Supertaça embalámos desde logo o FC Porto para uma época que eles próprios já consideram «a melhor de sempre». Aparte esses pormenores superlativos de quem quer desesperadamente fazer por esquecer Mourinho, podemos também relembrar o sucedido com a equipa do Braga. Antes do jogo para a Liga quedava-se por posições modestas na tabela e apenas uma campanha europeia aguerrida ia dando algum brilho.
O Benfica tem incontornavelmente um efeito unionista, pena que seja contra ele próprio. No célebre jogo na cidade dos arcebispos por exemplo, vimos Mossoró «jogar de raiva», vimos também os adeptos brindarem os atletas com bolas de golfe, até tivémos oportunidade de ver Cardinal e Xistra dançarem com Alan numa simbiose perfeita. No final todos estavam satisfeitos, e entre os telefonemas de felicitações entre Salvador e Pinto da Costa nem Domingos Paciência cabia em si de contente, dizendo para todos ouvirem «se vencermos o Benfica podemos vencer qualquer um». E a recta final de época do SC Braga, assim foi, histórica e talvez irrepetível...
Desde portistas, braguistas, até mesmo os depauperados sportinguistas não continham a excitação. A efusividade era tanta que Bernardo Ribeiro, o sub-director do jornal Record, não se conteve, e apressadamente apontando às «poupanças de Jesus» e ao «frango de Roberto» tentava desesperadamente ilibar Xistra e Cardinal, dando o mote para uma redacção em delírio.
Saltando o pormaior do observador do encontro ter dado obviamente razão ao Benfica, foi numa sintonia perfeita que se alinharam Varelas, Pais, Pintos, entre tantos outros que fazem do anti-benfiquismo um pré-requisito do pasquim. A depressão benfiquista via finalmente a luz do dia.
E quão virgens ofendidas foi então tempo de preciosidades de almanaque, por um lado Alexandre Pais a lamentar o Record ser o «bombo da corte», por outro João Rui Rodrigues a defender que «no Record continuaremos a fazer aquilo que é nosso compromisso diário: informar o leitor com rigor. Sem boicote ou revisão do regime».
Já dizia Friedrich Nietzsche que «Não se odeia quando pouco se preza, odeia-se só o que está à nossa altura ou é superior a nós», a maior Instituição portuguesa, por exemplo
a seguir tem um melhor.
muito bom. sacado do boronhas.
Instituições
O Benfica estará provavelmente mais isolado do que nunca no cenário futebolístico nacional. Como escrevia Domingos Amaral, «no país das palmadinhas nas costas, quem tem coluna vertebral é ostracizado como corcunda». A questão se não fosse para chorar até dava para rir, ou no mínimo para sorrir. Depois de Luís Filipe Vieira questionar-se publicamente quanto ao «porquê hostilizarem o Benfica» - algo que nos despertou um déja vu à ingenuidade de Manuel Damásio -, ainda há poucos meses Domingos Soares de Oliveira confidenciou que o facto do Benfica ser digno de cânticos ofensivos em todos os estádios do país já é digno de brincadeira na própria estrutura encarnada. De facto começa a ser um problema cultural pós-geração à rasca e nas que certamente lhe seguirão.
Orgulhosamente sós, diríamos, relembrando uma frase de triste memória. Temos de facto condões contíguos à grandeza da maior Instituição portuguesa. Vai por conseguinte muito para além do síndroma de gigantismo de outros clubes que quanto mais ganham, mais regionais se tornam. Assim, para todos os misólogos que repudiam o termo «Instituição», constatar a obsessão em torno do nosso clube numa final da Liga Europa é um ponto de partida obrigatório – basta querer. O Benfica teve honras de Pinto da Costa que esquecendo como o seu FC Porto eliminou o Manchester em 2004 resolveu relembrar «a mão de Vata», Mesquita Machado por seu lado decidiu-se por considerar o Benfica «o adversário mais fácil» que o SC Braga defrontara na Liga Europa, Villas-Boas não quis ficar aquém e em antevisão da final resolveu informar o mundo que nunca treinaria o Benfica, e por último não faltaram sequer os habituais cânticos ofensivos a que DSO fez referência na sua entrevista há meses.
Somos assim como que um tónico capaz de transformar equipas em depressão em «guerreiros». Com alguma displicência no jogo da Supertaça embalámos desde logo o FC Porto para uma época que eles próprios já consideram «a melhor de sempre». Aparte esses pormenores superlativos de quem quer desesperadamente fazer por esquecer Mourinho, podemos também relembrar o sucedido com a equipa do Braga. Antes do jogo para a Liga quedava-se por posições modestas na tabela e apenas uma campanha europeia aguerrida ia dando algum brilho.
O Benfica tem incontornavelmente um efeito unionista, pena que seja contra ele próprio. No célebre jogo na cidade dos arcebispos por exemplo, vimos Mossoró «jogar de raiva», vimos também os adeptos brindarem os atletas com bolas de golfe, até tivémos oportunidade de ver Cardinal e Xistra dançarem com Alan numa simbiose perfeita. No final todos estavam satisfeitos, e entre os telefonemas de felicitações entre Salvador e Pinto da Costa nem Domingos Paciência cabia em si de contente, dizendo para todos ouvirem «se vencermos o Benfica podemos vencer qualquer um». E a recta final de época do SC Braga, assim foi, histórica e talvez irrepetível...
Desde portistas, braguistas, até mesmo os depauperados sportinguistas não continham a excitação. A efusividade era tanta que Bernardo Ribeiro, o sub-director do jornal Record, não se conteve, e apressadamente apontando às «poupanças de Jesus» e ao «frango de Roberto» tentava desesperadamente ilibar Xistra e Cardinal, dando o mote para uma redacção em delírio.
Saltando o pormaior do observador do encontro ter dado obviamente razão ao Benfica, foi numa sintonia perfeita que se alinharam Varelas, Pais, Pintos, entre tantos outros que fazem do anti-benfiquismo um pré-requisito do pasquim. A depressão benfiquista via finalmente a luz do dia.
E quão virgens ofendidas foi então tempo de preciosidades de almanaque, por um lado Alexandre Pais a lamentar o Record ser o «bombo da corte», por outro João Rui Rodrigues a defender que «no Record continuaremos a fazer aquilo que é nosso compromisso diário: informar o leitor com rigor. Sem boicote ou revisão do regime».
Já dizia Friedrich Nietzsche que «Não se odeia quando pouco se preza, odeia-se só o que está à nossa altura ou é superior a nós», a maior Instituição portuguesa, por exemplo
a seguir tem um melhor.
MARTA REBELO a choca xuxa que escreve no rascord
VIP.pt - Ex-deputada do Partido Socialista, MARTA REBELO é uma voz crítica contra JOSÉ SÓCRATES
a rapariga é chique.
beio ao PORTO tirar fotografias.
é mesmo choca ou xóca?
parola.
a rapariga é chique.
beio ao PORTO tirar fotografias.
é mesmo choca ou xóca?
parola.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
a marca a retratar-se.
El Oporto recupera su sitio en Europa
Velasco Carballo
Colegio Madrileño - 1971
Regular. Amonestó a Hugo Viana, Sílvio, Mossoró, Kaká, Miguel García, Sapunaru, Helton y Rolando.
e
Se cumplieron todos los pronósticos. El Oporto sólo necesitó 45 minutos para desmontar a un Sporting de Braga que intentó remontar el encuentro hasta el final. De esta manera el conjunto que dirige Villas-Boas recupera el sitio que perdió en Europa. Vuelven los 'dragones' más fuertes que nunca para intentar repetir los éxitos que cosechó a principios de Siglo XXI.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Irlanda Celtas Galaicos Durienses
Aí vamos nós a caminho das raízes.
Como é bom para as nossas almas.
mouros na Irlanda?
Nunca aconteceu.
Os Deuses estão connosco.
Como é bom para as nossas almas.
mouros na Irlanda?
Nunca aconteceu.
Os Deuses estão connosco.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Biba o Condado Portucalense e a Galéçia
PORTO
LINDO
Parabéns Braga.
adenda
a sic está a chorar.
a tbi está a chorar.
a rtp está a chorar.
Biba o Porto Canal.
adenda adenda
Grande Jorge Nuno nas palavras.
glorigozo.
Lindo
adenda adenda adenda
os deuses estiveram connosco.
Grande Mingos.
adenda adenda adenda adenda
os jasus lamenta a falta de sorte.
LOL
sábado, 16 de abril de 2011
o estado de portugal e os seus orgãos de poder
Eis a lista.
1) Na última década, Portugal teve o pior crescimento económico dos últimos 90 anos
2) Temos a pior dívida pública (em % do PIB) dos últimos 160 anos. A dívida pública este ano vai rondar os 100% do PIB
3) Esta dívida pública histórica não inclui as dívidas das empresas públicas (mais 25% do PIB nacional)
4) Esta dívida pública sem precedentes não inclui os 60 mil milhões de euros das PPPs (35% do PIB adicionais), que foram utilizadas pelos nosso governantes para fazer obra (auto-estradas, hospitais, etc.) enquanto se adiava o seu pagamento para os próximos governos e as gerações futuras. As escolas também foram construídas a crédito.
5) Temos a pior taxa de desemprego dos últimos 90 anos (desde que há registos). Em 2005, a taxa de desemprego era de 6,6%. Em 2011, a taxa de desemprego chegou aos 11,1% e continua a aumentar.
6) Temos 620 mil desempregados, dos quais mais de 300 mil estão desempregados há mais de 12 meses
7) Temos a maior dívida externa dos últimos 120 anos.
8) A nossa dívida externa bruta é quase 8 vezes maior do que as nossas exportações
9) Estamos no top 10 dos países mais endividados do mundo em praticamente todos os indicadores possíveis
10) A nossa dívida externa bruta em 1995 era inferior a 40% do PIB. Hoje é de 230% do PIB
11) A nossa dívida externa líquida em 1995 era de 10% do PIB. Hoje é de quase 110% do PIB
12) As dívidas das famílias são cerca de 100% do PIB e 135% do rendimento disponível
13) As dívidas das empresas são equivalente a 150% do PIB
14) Cerca de 50% de todo endividamento nacional deve-se, directa ou indirectamente, ao nosso Estado
15) Temos a segunda maior vaga de emigração dos últimos 160 anos
16) Temos a segunda maior fuga de cérebros de toda a OCDE
17) Temos a pior taxa de poupança dos últimos 50 anos
18) Nos últimos 10 anos, tivemos défices da balança corrente que rondaram entre os 8% e os 10% do PIB
19) Há 1,6 milhões de casos pendentes nos tribunais civis. Em 1995, havia 630 mil. Portugal é ainda um dos países que mais gasta com os tribunais por habitante na Europa
20) Temos a terceira pior taxa de abandono escolar de toda a OCDE (só melhor do que o México e a Turquia)
21) Temos um Estado desproporcionado para o nosso país, um Estado cujo peso já ultrapassa os 50% do PIB
22) As entidades e organismos públicos contam-se aos milhares. Há 349 Institutos Públicos, 87 Direcções Regionais, 68 Direcções-Gerais, 25 Estruturas de Missões, 100 Estruturas Atípicas, 10 Entidades Administrativas Independentes, 2 Forças de Segurança, 8 entidades e sub-entidades das Forças Armadas, 3 Entidades Empresariais regionais, 6 Gabinetes, 1 Gabinete do Primeiro Ministro, 16 Gabinetes de Ministros, 38 Gabinetes de Secretários de Estado, 15 Gabinetes dos Secretários Regionais, 2 Gabinetes do Presidente Regional, 2 Gabinetes da Vice-Presidência dos Governos Regionais, 18 Governos Civis, 2 Áreas Metropolitanas, 9 Inspecções Regionais, 16 Inspecções-Gerais, 31 Órgãos Consultivos, 350 Órgãos Independentes (tribunais e afins), 17 Secretarias-Gerais, 17 Serviços de Apoio, 2 Gabinetes dos Representantes da República nas regiões autónomas, e ainda 308 Câmaras Municipais, 4260 Juntas de Freguesias. Há ainda as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, e as Comunidades Inter-Municipais.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Herman SIC (2000) Vale e Azevedo vs José Estebes
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