quinta-feira, 3 de março de 2011

olha o nosso FCPORTO


Porto cruising under Villas Boas

Story Highlights

Porto's domination of its domestic league trumps even that of Barcelona

Dynamic 33-year-old coach Andre Villa Boas has installed an attack-minded 4-3-3

For years Porto has dealt with a talent drain and sold its best players

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Andre Villas  Boas
Porto's decision to gamble on the inexperienced Andre Villa Boas has paid huge dividends.
AFP/Getty Images
There's a team in Europe that is still in the hunt to win every competition this season. A club which is dominating its league, ahead of its perennial archrival, which itself is having, statistically at least, a great season. Its numbers, across all competitions, are frighteningly good: Played 40, Won 33, Drawn 4, Lost 3.
Another column extolling the virtues of Barcelona?
Think again. This particular team has actually won the same number of games as Barca, while drawing and losing fewer. And, unlike the Catalans, it's still undefeated in the league, where it has won an outrageous 19 of 21 matches.
I'm talking about Porto, one of the truly amazing success stories of 2010-11. And to think this was supposed to be a transition year, following the sale of its midfield general, Raul Meireles, and its defensive stalwart, Bruno Alves. The club replaced them with Joao Moutinho and Nicolas Otamendi and while the former has been a solid contributor, the latter has been slowed by injuries. Beyond that, it's largely the same crew as last season.
With one important difference: the manager, Andres Villas Boas. And, at just 33 years old, Villas Boas was arguably the biggest roll of the dice of all. Before taking the job in the summer, he had just 23 games worth of managerial experience. Talk about being fast-tracked.
Villas Boas took over Academica de Coimbra in October 2009, with the club stuck in last place. By the end of the season, it finished a respectable 11th and reached the semifinal of the Portuguese League Cup. But we'd be kidding ourselves if that feat alone persuaded one of the most historic clubs in Europe to place its faith in a guy with zero experience as a professional footballer -- let alone one at an age when most future coaches are still plying their trade on the pitch. What played a huge part was his apprenticeship as a coach under one Jose Mourinho. The pair hooked up at Porto when Mourinho took over in 2002 and he soon become one of the Special One's most trusted advisers. So much so that Mourinho took him along when he moved to Chelsea in 2004 and then on to Inter in 2008.
But it's not as if Villas Boas owes his career to Mourinho. If anything, he was something of an enfant prodigy in his own right, landing a job in Porto's scouting department way back in the late 1990s when still a teenager. As the story goes, he lived in the same building as then coach Bobby Robson and, because he spoke good English, harassed the late Robson into reading some of his meticulously compiled scouting reports. The Geordie legend was suitably impressed, first by the young man's enthusiasm and persistence, later by the detail and depth of his analysis.
Maybe that's why he admits he tries to "duck comparisons" between himself and The Special One. "We do not have the same character and personality. We communicate and work differently."
Villas Boas knows he's precocious and knows the comparisons are inevitable -- we in the media like our stories plain, simple and linear -- but he's also his own man. Indeed, while Porto's 4-3-3 is vaguely reminiscent of Mourinho's in some respects, it's a more attack-oriented outfit and, tactically, looks more sophisticated.
Porto's success this year isn't just down to the manager. It's also down to the fact that it's one of the best run clubs in Europe, an organization that understands its role in the global pecking order. It's a big fish in a small pond that, most years, needs to compete in the wider pond of continental soccer. And that means constant reinvention, because you become a victim of your own success almost every year in the sense that you lose your best players to wealthier rivals.
In the last four years, Porto has lost not just the aforementioned Raul Meireles and Bruno Alves, but also the likes of Lucho Gonzalez, Lisandro Lopez, Aly Cissokho, Ricardo Quaresma, Jose Bosingwa, Pepe and Anderson ... that's nearly a quarter of a billion dollars worth of talent. Replacing that player drain goes beyond the manager. To do it effectively you need a first-rate scouting system, a general manager capable of getting the right guys at the right price and a willingness to gamble.
This season it has all paid off. And the good news is that, despite having suitors from all over Europe, Villas Boas has pledged to stay at least another year and test himself in the Champions' League. To many, it's just a steppingstone as Villas Boas seems destined to follow in the footsteps of Mourinho and take the realms of a larger club. But even if he does go a year or two from now, Porto will be ready. They're used to showcasing talent and watching it leave. And usually they don't miss a beat when it happens.


Read more: http://sportsillustrated.cnn.com/2011/writers/gabriele_marcotti/03/03/porto/index.html#ixzz1FaH7y9Cd

terça-feira, 1 de março de 2011

Ide Pró Caralho!!!

do "telectu" Vitor Rua dedicada a toda a classe politica.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

PORTO

PORTO

de 5 faltam 4

Obrigado meu FCPORTO.
eheheh
serão 11 pontos amanhã?


entretanto o parolo do nosso pm diz isto


Apesar de surgir nos últimos anos como um marco importante no Partido Socialista, a moção de estratégia do secretário-geral do PS adia a regionalização. Em causa está o facto de não estarem reunidas condições para a realização de um referendo nesta legislatura.

«O facto é que, neste momento, as circunstâncias económicas e políticas – em boa parte dada a recusa do PSD em avançar efectivamente para a regionalização – não favorecem, de todo, este movimento. Ignorá-lo seria um sinal de falta de lucidez, que poderia conduzir à definitiva derrota da ideia da regionalização», refere a moção de estratégia de José Sócrates.

Deve-se «reconhecer que não estão reunidas as condições para a realização do referendo sobre a regionalização nesta legislatura», lê-se na moção. No entanto, Sócrates reafirma a «defesa da ideia da regionalização» bem como a exigência de um referendo nacional



"Desde que não inclua a minha troca para o Beira-Mar, fico satisfeito. É uma barbaridade de notícia e uma barbaridade de comentário, de um homem que de vez em quando se sente iluminado", afirmou André Villas-Boas, na conferência de imprensa após a vitória (3-0) sobre o Olhanense, na 21. jornada da Liga portuguesa de futebol.

O técnico do FC Porto respondeu assim a uma questão sobre a notícia do jornal Record segundo a qual Leonardo Jardim terá um acordo com o FC Porto, que mereceu logo hoje um comentário de Jorge Jesus: "Que eu saiba, uma equipa só pode ser treinada por um, mas isso diz respeito ao FC Porto".

"Dá-me perfeitamente igual o que ele diz, agora já há diretos e já lhe fazem perguntas que antes não faziam. A comunicação social mostra muito respeito pelo treinador do Benfica e gosta muito de o valorizar e esquece-se que foi ele primeiro a desvalorizar-vos", acrescentou, em tom duro.

Sobre o jogo, André Villas-Boas considerou que a primeira parte foi complicada: "Chocámos contra uma grande organização, uma equipa que em sua casa estava invencível, e tivemos algumas dificuldades, apesar de tudo criando boas situações".

"Sentíamos necessidade de pôr um pouco mais de intensidade no jogo, que parecia demasiado calmo, e conseguimos gerar essa intensidade na segunda parte. Esse estímulo emocional, mais do que as alterações, levou-nos a conseguir a vitória", frisou.

O técnico portista desvalorizou o facto de a equipa ter aumentado a distância para o rival Benfica: "Não tem significado. O Benfica joga amanhã (domingo) em casa e não esperamos outra coisa que não a vitória. É uma equipa que está bem e motivada, o Marítimo pode criar dificuldades, mas não vejo o Benfica a perder".

Por seu lado, o treinador do Olhanense, Daúto Faquirá elogiou o grande golo de Belluschi que abriu caminho à vitória do FC Porto, o qual considerou decisivo.

"O
. FC Porto desbloqueou jogo com um golo soberbo e que só está ao nível dos jogadores que o FC Porto tem. Quando não encontram soluções coletivas, há momentos e pormenores que definem quem é o mais forte", comentou.

O técnico dos algarvios considerou o jogo "intenso, bom de se ver e com domínio do FC Porto" e acrescentou que a sua equipa "esteve bem organizada, muito bem a defender", lamentando as "dificuldades nas transições e a transportar a bola" e sublinhando que "faltou maior definição no último terço".

"Os jogadores estão de parabéns por tudo o que fizeram, pela bravura e capacidade de organização, e para quem não viu o jogo a frieza dos números faz pensar que a diferença em relação ao que se passou foi de 3-0, mas o resultado é penalizador para a minha equipa", concluiu Faquirá




treinador do FC Porto respondeu este sábado aos comentários do homólogo encarnado acerca de uma notícia sobre Leonardo Jardim, dizendo que Jorge Jesus é "um homem que, de vez em quando, se sente iluminado". 
"Desde que não inclua a minha troca para o Beira-Mar, fico satisfeito. É uma barbaridade de notícia e uma barbaridade de comentário, de um homem que de vez em quando se sente iluminado", afirmou André Villas-Boas, na conferência de imprensa após a vitória (3-0) sobre o Olhanense, na 21.ª jornada.
"Dá-me perfeitamente igual o que ele diz, agora já há diretos e já lhe fazem perguntas que antes não faziam. A comunicação social mostra muito respeito pelo treinador do Benfica e gosta muito de o valorizar e esquece-se que foi ele primeiro a desvalorizar-vos", acrescentou, em tom duro.
Sobre o jogo, André Villas-Boas considerou que a primeira parte foi complicada: "Chocámos contra uma grande organização, uma equipa que em sua casa estava invencível, e tivemos algumas dificuldades, apesar de tudo criando boas situações".
"Sentíamos necessidade de por um pouco mais de intensidade no jogo, que parecia demasiado calmo, e conseguimos gerar essa intensidade na segunda parte. Esse estímulo emocional, mais do que as alterações, levou-nos a conseguir a vitória", frisou.
O técnico portista desvalorizou o facto de a equipa ter aumentado a distância para o rival Benfica: "Não tem significado. O Benfica joga amanhã [domingo] em casa e não esperamos outra coisa que não a vitória. É uma equipa que está bem e motivada, o Marítimo pode criar dificuldades, mas não vejo o Benfica a perder".
Por seu lado, o treinador do Olhanense, Daúto Faquirá elogiou o grande golo de Belluschi que abriu caminho à vitória do FC Porto, o qual considerou decisivo.
"O FC Porto desbloqueou jogo com um golo soberbo e que só está ao nível dos jogadores que o FC Porto tem. Quando não encontram soluções coletivas, há momentos e pormenores que definem quem é o mais forte", comentou.
O técnico dos algarvios considerou o jogo "intenso, bom de se ver e com domínio do FC Porto" e acrescentou que a sua equipa "esteve bem organizada, muito bem a defender", lamentando as "dificuldades nas transições e a transportar a bola" e sublinhando que "faltou maior definição no último terço".
"Os jogadores estão de parabéns por tudo o que fizeram, pela bravura e capacidade de organização, e para quem não viu o jogo a frieza dos números faz pensar que a diferença em relação ao que se passou foi de 3-0, mas o resultado é penalizador para a minha equipa", concluiu Faquirá.