sexta-feira, 11 de março de 2011

a PJ e as operadoras de telemóveis.

Polícia Judiciária (PJ) e operadoras de telecomunicações. Por estas duas entidades passam as escutas ilegais realizadas em Portugal, conclui-se das afirmações do procurador-geral da República, hoje, no parlamento.
O sistema é "teoricamente controlado" mas "as operadoras de telecomunicações não", explicou Pinto Monteiro, defendendo a necessidade de meios para proceder a um "controlo operacional" das escutas pelo Ministério Público ou por uma entidade independente criada para o efeito. É a maneira de "desanuviar o "espírito de suspeição" e a "desconfiança" generalizada quanto à "difusão das escutas".

quinta-feira, 10 de março de 2011

quarta-feira, 9 de março de 2011

e agora faltam 4?não 3.

a parolagem diz que a culpa é dos "pontos cardeais"?
sim,
as estrelas.
ahahah